Saturday, 28 January 2012

Esposita desnuda recién folladita

Anoche mi esposita salió con sus amigas, regresó muy tarde de estar con ellas, divirtiéndose tranquilamente sin ninguna intervención masculina. La llamé un par de veces y podía escuchar las risas de sus amigas al otro lado de la línea.

No podía evitar fantasear con algunas escenas en la que mi esposa hacía resaltar mis enormes cuernos ante sus amigas.

Me imaginaba por ejemplo que ella y sus amigas habían contratado un stripper guapo y bien dotado que hacía un buen trabajo eshibiéndose desnudo al centro de la habitación para el deleite de todas las féminas ahí presentes... mi esposa tomaba la iniciativa que las demás no se atrevían y brincaba al centro para hecerse de la verga de aquel macho y enguirlo cual hembra hambrienta... y en eso entra mi llamada que ella contesta algo molesta por tener que dejar de mamar la barra de carne para contestarle al cornudo de su marido, por su puesto las risas de las demás no se hace esperar por ser testigos de la escena más cornuda que ellas jamás habían visto.

Por supuesto que yo la esperé desnudo y caliente, con la verga bien parada, y en cuanto llegó se metió a la ducha y le pedí que luego no se vistiera mostrándole mi tremenda erección. Me moría de ganas de follarme a mi esposita y ahí estaba ella a mi disposición, hermosa, desnuda y agradecida de que la deje salir con sus amigas hasta altas horas de la noche cual mujer soltera...

Pero no llegaba excitada (lástima), su vagina no estaba mojada y hubo que empezar a acariciarla, a hablarle bonito, besarla por todos lados, mordisquearla por aquí y por allá hasta dejarle una marca en la nalga derecha.

En cuanto sentí que ya estaba algo mojada inmediatamente quise metérsela, ya no aguantaba, y le pedí que se pusiera encima, que me montara para que se clave mi verga, y ella me dijo "así no por favor, no sé por qué pero me pones nerviosa" y entonces le dije "¿crees que te voy a hacer doler? ¿por qué? ¿la tengo muy grande?" y ella replicó "te repito, no sé por qué!" y se sonrió pícaramente mientras me miraba recordándome sutilmente lo cornudo que era y que esa vagina se ha comido vergas mucho más garndes que la mía.

Qué deliciosa sensación de cuernos, y cómo se me enduró la verga, sí, más dura aún, y se la metí rico y ella empezó a cabalgar deliciosamente, de repente empezó a masturbarase bien clavada sobre mi verga y ahí vino su orgasmo... mientras se quejaba continúe bombiándola mientras con ambas manos me sujetaba a sus nalgas, qué delicia!!! y la metí y saqué hasta que le dí toda mi descarga de semen en su linda y deliciosa chuchita... se la descargué toda y nos quedamos abrazados un rato, conversando y acariciándonos.

En un momento acerqué mi cara a su chuchita para ver de cerca... separé sus labios vaginales y ahí estab mi descarga, qué delicia verla llenecita de semen, qué ganas de lamerla, pero aún no he conversado con ella de eso pero me encantaría limpiarle su zorra llena de semen aunque sea el mío pero no sé cómo reaccionará, pronto lo haré y les contaré qué pasó.

Por lo pronto les dejo unas fotitos de cómo amaneció desnudita, linda como siempre.





Espero sus comentarios y experiencias.

Saludos a tod@s

Friday, 27 January 2012

Mi esposa masturbándose (a los 20 añitos)

Esta es otra fotito que encontré en mi baúl de los recuerdos... mi mujercita, en ese entonces con 20 añitos, se masturbó para mí!!!

Me brindó tremendo espectáculo, a ella le gusta masturbarse para que yo vea cómo se procura placer:
¡Cómo mueve su mano! Cada vez más rápido...
¡Cómo empieza a separar las piernas cada vez más!
¡Cómo empieza a agitar sus caderas! ¡De arriba hacia abajo!
¡Cómo empieza a gemir!!!
¡Qué linda carita pone! ¡Esos labios se fruncen! ¡Saca la lengua como buscando lamer una verga!
¡Los ojos se le blanquean!
¡Y empiezan los gritos y movimientos característicos propios de su orgasmo!!!!!

Este es un espectáculo que a ella legusta mostrar cada vez que puede me muestra cómo se brinda placer a sí misma y ambos disfrutamos con eso.


Sexo anal: desvende esse tabu e sinta prazer

Tire de vez suas dúvidas e conheça os mitos e verdade...




Muitos casais enfrentam problemas por causa do sexo anal. Ou não gostam de discutir o assunto, ou se sentem reprimidos pelo(a) parceiro(a) que insiste em praticá-lo. Muitas vezes, o resultado dessa situação é a falta de harmonia da dupla e a insatisfação de um dos lados. Por isso, é importante conhecer o sexo anal antes de tomar a decisão de fazê-lo ou não. Para que você tenha parâmetros e consiga conversar sobre o assunto com seu parceiro sem medo, trazemos as dicas do urologista, sexólogo e terapeuta sexual Celso Marzano, da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana.

1. É normal sentir dor durante o sexo anal?
A crença de que a estimulação anal, principalmente o coito, machuca ou dói é falsa. A maioria dos praticantes dessa relação não tem dor alguma. Mesmo assim, assusta e afugenta a maioria das pessoas que pensam em arriscar a novidade. No caso de dor, significa que algo está inadequado naquele momento. O ânus é uma região muito inervada e a sensibilidade pode inibir o prazer. Quando ocorre qualquer possibilidade de penetração anal (com o dedo, objeto ou pênis), acontece um espasmo (contração) dos músculos locais como se fosse uma defesa. Haverá dor se os parceiros não esperarem até que essa musculatura relaxe. Aliás, o relaxamento depende da cumplicidade, da confiança e do carinho. Só assim a penetração torna-se mais fácil.



2. O risco de infecções é maior?
Se não utilizar a técnica adequada, como o uso da camisinha e do gel lubrificante, o risco é maior. As DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) ocorrem, principalmente, através das relações sexuais sem uso de preservativo e por contato íntimo entre os genitais. Quando você apresenta qualquer sintoma, como bolinhas, coceira, verrugas, corrimentos (uretral e anal), vermelhidões, inchaço, dor abdominal, secreções, sangramentos anormais, desconforto ou queimação ao urinar ou dor intensa no ato sexual, um médico deve ser consultado imediatamente.



3. E a contaminação pela AIDS?
O reto e o ânus são órgãos com intensa irrigação sangüínea e é comum a existência de fissuras (pequenos cortes) na região. Por essa razão, o sexo anal é a fonte mais fácil de transmissão de doenças, como hepatite e AIDS. Por isso, é ainda mais importante o uso da camisinha. Para evitar ferimentos, deve-se usar também um gel lubrificante à base de água.



4. Pode-se contrair doença pelas fezes?
Sim. Por isso, após a penetração anal , nunca faça sexo vaginal em seguida! Vale para o pênis, brinquedos ou dedos, que não devem ser sugados ou penetrados, pois são contaminados com fezes ou com secreções fecais, nem sempre visíveis. Caso contrário, as conseqüências podem ser sérias, como infertilidade, pelviperitonite (infecção da região da bacia e abdômen), exigindo longos tratamentos à base de antibióticos. No caso de gravidez, há risco de aborto.



5. As partes internas do corpo sofrem com o sexo anal?
Quando há desconforto ou dor é porque alguma técnica errada está sendo utilizada. Usualmente, a prática do sexo anal deve respeitar o tamanho e a largura do objeto de prazer escolhido. Se exagerado, usado de forma contínua ou violenta, poderá com o tempo, provocar: piora de hemorróidas, fissuras por traumatismo local, incontinência de gases e secreções e a contaminação por Doenças Sexualmente Transmissíveis.



6. Como devo conversar com meu parceiro para experimentarmos a prática?
É possível que, ao abrirem espaço para um diálogo, a mulher ou o homem se mostre indisposto para a prática. Por isso, vale lembrar e ressaltar que o “não” é uma possibilidade tão plausível quanto o “sim” e precisa ser respeitado. Amar o outro é também considerar seus limites e seu tempo para cada prática sexual apresentada na relação e na fantasia. Se a mulher não aceita praticar o sexo anal, cabe ao homem perguntar, mostrar-se interessado pelos seus motivos e ouvir com atenção e carinho, não tentando convencê-la a qualquer custo de que precisam fazer para que ele possa se sentir satisfeito. Procure entender as razões dela e, ao mesmo tempo, expondo os seus desejos, falando de suas vontades e justificando o porquê de acreditar que poderiam ao menos tentar e vice-versa.



7. É mais prazeroso do que o sexo vaginal?
Depende de cada mulher. Pode ser igual ou maior. Tive muitos relatos de mulheres que preferem o anal.



8. Como evitar gafes, como defecar, por exemplo?
Para não correr o risco de soltar detritos fecais no pênis do parceiro – sim, isso é possível - uma boa limpeza do ânus é imprescindível. Para evitar o desconforto, evacue antes, se sentir vontade, e faça em seguida a devida higiene com água e sabonete, ou simplesmente higienize o local. Caso ocorra saída de fezes ou exale o cheiro característico durante a relação, relaxe e encare o fato com naturalidade, sem vergonha.



9. Como garantir uma boa penetração ?
A anatomia do ânus tem características específicas que o diferem de outras partes do corpo. O ânus não é tão elástico quanto a vagina e nem produz uma lubrificação natural como ela. Além disso, o reto é uma estrutura não retilínea. Depois de um pequeno canal do ânus que se conecta com a abertura anal, o reto se dirige para frente do abdômen. Após poucos centímetros se curva para trás e novamente para frente. Essas curvaturas exigem uma penetração progressiva e lenta para que estas ondulações se adaptem ao pênis. A agressividade leva a traumas locais. É preciso utilizar algum gel à base de água, vendido em farmácias e supermercados, para amenizar o atrito do pênis. Cremes hidratantes e óleos à base de vegetais ou minerais não são recomendados, pois podem fazer com que o preservativo se rompa. Lubrificantes oleosos também ajudam no rompimento da camisinha porque alteram a estrutura e devem ser evitados. Os cremes ou óleos à base de vegetais ou minerais (vaselina, creme hidratante, manteiga, creme de barbear, etc.) não são adequados para lubrificar o ânus ou a camisinha. Esses produtos aquecem e fazem distender o látex do preservativo, provocando o rompimento. A saliva pode ser utilizada, mas geralmente é insuficiente em quantidade para uma boa lubrificação.



10. Quais as melhores posições para iniciar a prática e sentir menos dor?
A melhor posição sexual é aquela em que os parceiros fiquem à vontade, relaxados, com maior possibilidade de sentir prazer e que não leve a emoções negativas de medo, ansiedade e tensões musculares. A tentativa e o experimentar são válidos para descobrir a melhor maneira para que a penetração seja facilitada, sem dificuldades e sem dor. Os praticantes indicam para os principiantes ou àqueles que sentem muitos incômodos, a colher de costas (deitada com o abdômen para baixo sobre com um travesseiro, com o bumbum para cima). A mais perigosa para quem dá os primeiros passos ou se relacionam com parceiros estranhos é a posição de quatro. Nela o homem que penetra tem controle total da situação e pode não estar preocupado com a integridade física do outro.



11. Como deve ser a higiene do local antes e depois do sexo?
A higiene com água e sabonete, logo após a relação, é vital para se evitar complicações locais. O sexo anal por si só pode provocar pequenos ferimentos microscópicos na pele do ânus e região que são portas de entrada para bactérias e vírus. Geralmente não são lesões visíveis, mas existem mesmo se for usada muita lubrificação. Na hora do banho, muitas mulheres e homens exploram a região do ânus para saber se tem resíduos fecais antes da possível relação anal. Depois dessa exploração, com muito sabonete, pode-se forçar a evacuação se ainda restar fezes na ampola retal. Para os homossexuais, a prática da lavagem interna é comum e se for realizada com lubrificação e cuidados para não se ferir, tem como resultado uma boa limpeza do reto. Devido à dieta errada, estresse, constipação, diarréia ou outros problemas gastrointestinais, pode haver mais fezes ou resíduos fecais no reto. Nesses casos - muitas vezes sob orientação médica - pode-se optar pelo uso de uma limpeza mecânica do canal do reto, como o uso de enemas ou lavagens intestinais antes da relação.



12. Como o tamanho do pênis pode influenciar?
Relações anais com pênis de tamanhos maiores devem ser discutidas e avaliadas antes do ato. Na prática, a penetração deve ocorrer lentamente e com muita lubrificação. Há relatos que com pênis maiores há muito prazer sem complicações.



13. Como aumentar o estímulo do prazer?
A resposta sexual depende diretamente de suas emoções. Desta forma, para a prática de qualquer variação sexual, a resposta depende do grau de interesse, intimidade, cumplicidade e sentimento entre o casal, seja heterossexual ou homossexual. Vamos descrever passos do envolvimento e da relação anal, deixando claro que não há “receitas de bolo” ou maneiras predefinidas como corretas ou ideais. O toque é muito importante nas preliminares, mais ainda quando se pensa em praticar o sexo anal, que exige maior relaxamento e entrega entre os parceiros. Nas carícias, a boca e as mãos percorrem o corpo do parceiro explorando as zonas erógenas, proporcionando prazer e excitação.



14. É possível obter prazer anal sem penetração?
Muitos acessórios podem ser utilizados como estimuladores. Encontramos muitos deles no sex shop. A introdução de algo no reto pode ser desconfortável nas primeiras vezes, mas a pessoa se acostuma de forma relativamente fácil, se assim o desejar. Uma vez introduzido, o objeto estimula a glândula prostática, que fica ao lado da parede do canal anal no homem, ou estimula a parede vaginal, localizada ao lado desta região na mulher.



15. Sexo anal afrouxa as pregas anais ou esse é um mito?
Esse é um acontecimento raro. A anatomia da região anal mostra no ânus dois esfíncteres musculares em forma de anel que circundam o canal anal e que funcionam de forma independente. Sobre o esfíncter externo você tem controle, como os músculos da sua mão, já sobre o interno, não. O esfíncter interno é diferente, ou seja, controlado pela parte autônoma do sistema nervoso central, como os músculos do coração. Ele reflete e responde ao medo e à ansiedade durante o sexo anal. Quando ocorre uma penetração sem que o receptor esteja preparado, com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer trauma com ruptura de fibras musculares, gerando dor ou sangramento. Nos casos de atentado violento ao pudor pela introdução de acessórios de grosso calibre no ânus, de forma violenta, sempre há lesões de maior ou menor grau nestes esfíncteres. Se experiências traumáticas como essas forem repetitivas, ocorrerá lesão grave e permanente dos músculos levando à perda de fezes de forma involuntária.



16. Quais os outros mitos e verdades do sexo anal?
VERDADE: Orgasmo no sexo anal é possível.
Em entrevistas, muitos relatam orgasmos e com o sexo anal e com uma estimulação genital concomitante. Outros não experimentam, mas não vêem nisso uma derrota e sim, uma forma de aproximação, carinho e amor. As mulheres têm maior possibilidade do orgasmo quando praticam contrações musculares da vagina e da região pélvica que aumentam a excitação, somada ao efeito da fantasia excitante de estar sendo penetrada. Entre os homens, a estimulação da próstata e região facilita o orgasmo. A excitação aumenta também no sexo anal quando os participantes estão envolvidos em muita fantasia e imaginação. No entanto, a estimulação direta genital tem papel importante para se chegar ao clímax quando o sexo anal está sendo praticado.

VERDADE: O sexo anal é necessariamente um ato de dominação!
A dominação e a submissão fazem parte de muitos momentos eróticos e são aceitos normalmente pelos praticantes. Contudo, certas posições sexuais praticadas no sexo anal sugerem maior dominação de um lado e maior submissão do outro. Esses pensamentos negativos podem inibir o prazer, diminuir a excitação e favorecer a tensão dos músculos anais. O sexo anal deve ser evitado se é compreendido como uma expressão de poder.



MITO: O sexo anal sempre traz algum prejuízo ao corpo.
Não é verdade. A prática exige conhecimentos prévios de como faze-lo de forma adequada entre homens e mulheres de qualquer orientação sexual (heterossexuais, homossexuais, bissexuais e transexuais). Nenhum prejuízo é causado por essa variação sexual se os dois parceiros a aceitam, a conhecem e a realizam com a técnica correta, com delicadeza e preparo psicológico. A agressividade, a dor e o sangramento são raros e resultam de contusões, lesões locais, gerando ansiedade e afastamento dos parceiros.


Thursday, 26 January 2012

Saiba o que pode afetar o desejo do seu parceiro

como ajudar a resolver esses problemas....



Você coloca uma lingerie sensual para uma tórrida noite de amor, mas ele chega em casa programado para assistir futebol e nem te dá bola. Saiba o que pode estar influenciando a libido do seu amor e aprenda a driblar esse problema.

Síndrome do macho
Alguns homens precisam garantir a sua masculinidade transando ora com uma, ora com outra. "Isso também acontece com a mulher, mas, como somos mais reprimidas, temos medo de sair por aí desejando, de sejando...", pondera Ana Canosa, sexóloga e terapeuta de casais.


  • Como driblar o problema: com diálogo. Deixe que o seu parceiro revele os desejos dele, enquanto você também fala dos seus. Muitas vezes, fantasiar é o suficiente e, nesse caso, pode ser enriquecedor, pois representa um caminho para os casais se aproximarem de seus objetos de cobiça sem a realização efetiva. "Concretize fantasias possíveis, sem infringir códigos morais", diz Ana.



Ele idealiza o sexo
O eterno medo de envelhecer e perder a potência é o que leva a essa fixação. Seria como uma negação de que o tempo está passando. "Esse homem precisa apagar as marcas de si próprio por meio de uma garota nova", explica Dorli.


  • Como driblar o problema: o primeiro passo é tentar fazê-lo encarar a realidade: o que você sente, o que está por trás disso tudo, quais são as implicações. Compreendendo as suas reais motivações, talvez ele ache graça em suas fantasias e se volte para você. "Mostre que você tem autoestima e o quanto a maturidade é fonte de segurança, equilíbrio e maior entrega sexual", recomenda Ana Canosa.



Andropausa
"Alguns homens não conseguem harmonizar o processo de amadurecer e envelhecer. Acabam entrando em profunda depressão, pois se sentem gordos, feios, carecas, impotentes e acham que não são mais atraentes", diz a psicóloga Dorli Kamkhagi.


  • Como driblar o problema: eleve a autoestima dele. "Faça-o enxergar que ele não deve colocar toda a libido em alguns parâmetros físicos. Mostre que muitas riquezas só vêm com a idade", sugere Yara Azevedo. A falta de ereção, no homem, na maioria das vezes, acontece pela falta de desejo, e não por impotência. Por isso, com ajuda de uma mulher compreensiva e motivada, o problema tem solução.

Wednesday, 25 January 2012

Pesquisa afirma que tamanho do pênis está relacionado com...


à proporção entre indicador e anular...




Durante muito tempo as mulheres ficaram de olho no tamanho do pé dos rapazes - dizia-se que ele estava diretamente relacionado ao comprimento do pênis. Agora as mulheres também prestarão atenção às mãos deles. O motivo? Uma pesquisa realizada pela Universidade Cachon, da Coreia do Sul, revela que a comparação entre os dedos indicadores e anulares pode indicar o tamanho do pênis ereto. Homens cujos dedos indicadores são mais curtos que os dedos anulares podem ter pênis mais compridos.



A pesquisa teve a participação de 144 homens com dificuldades urológicas, mas que não tiveram problemas em relação ao desenvolvimento do pênis - medidos sob anestesia. Os resultados foram publicados no "Asian Journal of Andrology" e atestam que eles tiveram mais exposição a testosterona durante a gestação.



As medidas dos pênis foram comparadas à diferença entre os dedos indicadores e anulares das mãos direitas dos homens, uma vez que outros estudos comprovaram que as mãos direitas recebem mais influência da testosterona.



A razão entre o tamanho do dedo indicador dividido pelo tamanho do dedo anular seria a pista. Quanto mais baixa é essa razão, diz o estudo, maior é comprimento do pênis. Nas mulheres, esses dedos costumam ter tamanho quase igual.


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Tuesday, 24 January 2012

Confira 20 razões para fazer sexo!

Na realidade nem precisa disso tudo...


Muito se engana quem pensa que sexo é bom só na hora. Os benefícios de uma noite (dia, tarde...) quente vão muito além da cama e dos minutos (ou horas...) de duração de uma transa.

1 - Coloque o coração do seu homem em forma. De acordo com um estudo da Universidade Queens, na Irlanda do norte, homens que fazem sexo três ou mais vezes na semana têm metade do risco de sofrer um ataque cardíaco.

2 - A mesma pesquisa ainda prova que transar regularmente diminui em 50% as chances de ele sofrer um derrame.



3 - Que esteira, que nada. Meia hora de um rala e rola intenso manda embora 200 calorias, o equivalente a 15 minutos de corrida.

4 - Felicidade já. "Durante a transa, estimulamos a produção dos neurotransmissores dopamina e serotonina, que aumentam a sensação de alegria, prazer e bemestar", afirma o terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, do Rio de Janeiro.



5 - Cheiro de amor. Um estudo publicado na revista americana Science destacou que o sexo aumenta consideravelmente a produção do hormônio prolactina. Ele estimula a geração de neurônios na parte do cérebro responsável pelo olfato, tornando esse sentido mais apurado logo após a relação.

6 - Durma bem. Uma massagem relaxante mais um rala e rola estimulam a liberação de endorfinas que induzem ao sono.



7 - Explore sempre a criatividade. "Quando um casal está junto há bastante tempo, é comum a rotina na cama ficar monótona, mas não é preciso ser assim. Pensar em maneiras de aquecer o relacionamento e falar de sexo exercita a imaginação e incrementa a intimidade entre os parceiros", diz Eliano Pellini, chefe do setor de sexualidade da Faculdade de Medicina do ABC.

8 - Sexo pode ser o gatilho para o trabalho de parto quando estiver na sua hora. O sêmen contém prostaglandina, hormônio que contribui para a dilatação do colo do útero e induz naturalmente ao trabalho de parto. E, não, não faz mal ao bebê.



9 - Tem mais: no livro Teach Yourself: Training Your Brain (inédito no Brasil), os autores, Simon Wootton e Terry Horne, defendem a tese de que a oxitocina está ligada ainda à capacidade do cérebro de encontrar soluções criativas para dilemas e problemas.

10 - Uma pesquisa da Universidade Yale, nos EUA, afirma que no sêmen existem hormônios responsáveis por alterar o humor. Das 293 mulheres com características depressivas que participaram da pesquisa, as que não costumavam usar preservativo demonstraram melhoras nos sintomas da doença psíquica — uma indicação de que a exposição ao fluido faz bem (desde que com muita responsabilidade!).



11 - Dê sua contribuição naquele momento clube da Luluzinha safado, quando até a pior das experiências a dois vira o assunto mais interessante e garante boas risadas entre amigas.

12 - Também se sabe que o esperma contém zinco, cálcio e outros minerais comprovadamente eficientes no combate a cáries e placa bacteriana. E é nutritivo: cada ejaculação libera ainda uma mistura de vitamina C, proteínas, carboidratos e água.



13 - Sabe aquela história de olhos brilhando quando as coisas vão bem na cama? Pura verdade. "Na transa, o corpo libera estrogênio, o hormônio da feminilidade, que responde pelas formas do corpo, intensifica a beleza e garante a lubrificação vaginal", diz Amaury Mendes Júnior. Entendeu como uma coisa leva a outra?

14 - A transpiração resultante da ginástica a dois ajuda a desobstruir os poros e eliminar as impurezas pela formação de cravos e espinhas.



15 - Pare o trânsito a bordo do seu biquíni. Como toda atividade física, transar trabalha para valer a musculatura. É das melhores para deixar o abdômen e as coxas sarados e o bumbum durinho.

16 - Durante a troca de fluidos, a mulher fica mais animada porque recebe o hormônio prostaglandina E1, atestam cientistas da Universidade de Albany, nos EUA.



17 - Endocrinologistas das universidades americanas de Columbia e Stanford afirmam que mulheres que fazem sexo pelo menos uma vez por semana têm ciclos menstruais mais regulares do que aquelas que transam de vez em quando.

18 - De quebra, você mantém distância da TPM e investe numa menopausa tranquila. Afinal, o sexo saudável favorece o equilíbrio hormonal e o sossego do seu parceiro.



19 - Esqueça flores e presentes: uma boa transa é a melhor forma de fazer as pazes depois de uma briga. Só não vale provocar, hein?!

20 - Cá entre nós: você realmente precisa de um motivo para transar?

Monday, 23 January 2012

Saiba o que afeta o desejo entre vocês...

Como fugir e evitar os problemas na cama?




Desarmonias sexuais são comuns na vida de qualquer casal, mas podem incomodar ou até mesmo colocar a união em risco. Antes que isso aconteça, acompanhe o que influencia na libido de ambos e as dicas para viver como dois pombinhos.

Rotina ou stress
Poucos fatores são tão prejudiciais para a vida a dois. As tarefas e as perturbações cotidianas são tantas que não há espaço para surpresas.


  • Como driblar o problema: é preciso dar um chega pra lá na mesmice e buscar, dentro de si, alegria de viver. Se conseguirem retomar essa juventude interior, tanto o homem quanto a mulher serão mais criativos.



No caso do stress, a irritabilidade e a variação de humor são eliminadas com algumas mudanças no estilo de vida. "Vejam se não é possível diminuir a sobrecarga de trabalho auxiliando-se mutuamente ou estabelecendo uma lista de prioridades", sugere Yara Azevedo, psiquiatra e psicoterapeuta.

Vontade de fazer  coisas inusitadas
"Sim, os sonhos eróticos existem - para homens e mulheres -, mas o universo masculino tem mais facilidade para perceber e assumir o que o excita", comenta Ana Canosa, sexóloga e terapeuta de casais.


  • Como driblar o problema: a primeira coisa a fazer é não negar a existência da fantasia. "Para apimentar a relação, assistam a filmes eróticos e românticos e identifiquem o que chama a atenção: a prática sexual, o sentido da cena, a maneira como fazem sexo, o enredo... Vejam o que os motiva e dividam essa informação conversando abertamente sobre a transa", sugere Ana.



Diferença de idade
No começo da relação a maturidade dele ou dela não parece tão discrepante. Mas, com o passar do tempo, ela fica muito evidente, porque as diferenças se acentuam. O quadro se agrava quando o projeto de vida comum não acontece em detrimento dos planos individuais - morar fora, deslanchar na carreira...


  • Como driblar o problema: "Muitos casais, embora tenham diferença de idade, aprenderam a se conhecer, entendendo o que é importante sexualmente para si e para o outro. Isso é cumplicidade. uma relação forte e ampla rompe as barreiras do tempo, permitindo que a sexualidade seja um caminho além da paixão", destaca a psicóloga Dorli.



Baixa autoestima
"A sociedade obriga as pessoas a serem bem-sucedidas em suas conquistas amorosas e profissionais. Tal exigência afeta quem não se encaixa no padrão, é tímido ou tem dificuldade para se encontrar", explica Ana.


  • Como driblar o problema: é preciso descobrir o que motiva o seu querer e liberar aquilo que freia emocionalmente você ou o seu parceiro. É essencial entender que vários aspectos da vida são importantes, e não somente beleza, aquisição financeira e sucesso na carreira. "Valorize no outro as suas condutas, como ser um bom amigo e uma pessoa de caráter. Assim, quando se deparar com o desequilíbrio do desejo sexual, você ou ele não contaminarão a visão que têm de si mesmos", conclui Ana Canosa.