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Wednesday, 13 June 2012

Para esquentar ou prolongar o prazer



Camisinhas com sabor e que prolongam o prazer...


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Feita de látex e com lubrificante. As primeiras camisinhas que chegaram ao mercado no mundo contemporâneo eram apenas assim. Antes, eram feitas até com pele de animais para evitar essencialmente a gravidez. Com a chegada da Aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis, a camisinha ganhou um papel fundamental na vida moderna.

Para não usar, os parceiros dizem que é como "chupar bala com papel" ou que limitam o prazer e "estragam o clima". Mas os fabricantes de camisinhas buscaram métodos e tecnologia para incentivar o uso do produto. Hoje, a infinidade de opções agrada até os mais resistentes.

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Mais finas, com sabor, refrescantes, que esquentam... qual é a ideal para mim? "Para saber isso, o homem tem que experimentar, ver a designação de tamanho que está na embalagem e saber o que ele quer causar no sexo ou o tipo de relação que terá. Se for sexo vaginal, qualquer tipo de camisinha é bom. Já para o sexo anal, ela precisa ser mais resistente, existem tipos específicos para isso", explicou a educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan, Maria Helena Vilela.

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"Se ele é um cara que gosta de inovar, pode provar as com sabores, as que aquecem ou refrescam a vagina. As camisinhas com sabores são interessantes para o sexo oral, as com gosto de hortelã para a penetração podem causar um frisson na mulher, existem as que retardam a ejaculação... Mas o mais importante é o homem treinar a colocação do preservativo no pênis", disse.

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Maria Helena, porém, faz um alerta: usar frequentemente uma camisinha com espermicida ou que esquente e esfrie pode trazer problemas. "Se for muito frequente, pode criar um ambiente hostil à vagina. Com o calor do sexo e a camisinha que esquenta, por exemplo, pode alterar a flora vaginal e trazer alguma irritação".

Resistentes


Apesar das inúmeras opções, muitos homens não querem usar o preservativo. Para Maria Helena, a questão é cultural. "O preservativo traz valores. Por exemplo, se são casados e um pede para usar, o outro já acha que tem traição no meio. Os mais jovens têm vergonha de comprar. O uso da camisinha também é atrelado ao amor, o que deixa a mulher mais vulnerável. Além disso, é da identidade masculina correr risco, engravidar, pegar doenças", explicou a educadora.

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Dicas


Para comprar, é preciso prestar a atenção em alguns detalhes: verificar a data de validade, se na embalagem há o selo do Inmetro e se há especificação do tamanho do produto, são os mais importantes. Na hora de guardar, observe se o local não é quente, se não bate sol e se não amassa a embalagem, pois isso pode comprometer a qualidade do produto. Na hora de abrir, não use as unhas e nem os dentes, apenas os dedos.

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dicas para o sexo - sexualidade -  Desejos e Fantasias de Casal







Wednesday, 18 April 2012

Camisinha para todos os gostos


Elas podem divertir e turbinar o prazer; o importante é usar!

 


É bacana quando encontramos homens interessados em proporcionar mais prazer à mulher com a escolha da camisinha certa. Eles, com certeza, sabem usufruir do prazer que as várias zonas erógenas localizadas ao longo do corpo proporcionam, e não ficam focados apenas no pênis.

Atualmente encontramos uma grande variedade de camisinhas no mercado, que podem ser usadas desde que tenham o selo do INMETRO, órgão que avalia a qualidade dos preservativos. A seguir podemos pensar na escolha observando alguns aspectos:



Aromatizadas funcionam muito bem para o sexo oral. O prazer é estimulado pelos sabores de uva, morango, chocolate e até tequila, da marca importada Proteggiti.

Para os adeptos ao estímulo visual as coloridas são indicadas. É possível até encontrar modelos com as cores das bandeiras de vários países

As texturizadas - com ondulações, em espiral, com bolinhas e com listras - são ótimas para estimular a região genital feminina. Para mulheres que têm incômodos ou alguma dor durante a penetração o sintoma pode piorar.




A camisinha Hot nem sempre causa boa sensação na medida em que esquenta por causa do componente umectante. Existem mulheres que não sentem prazer com essa mudança térmica.

As camisinhas incolores e lubrificadas são as mais usadas e causam menores problemas, a não ser que a mulher tenha algum tipo de alergia ao látex, nesse caso, ela pode ser substituída pelas de poliuretano.











Monday, 2 April 2012

Nova geração assimila sexo oral no repertório sexual...

Caindo de boca nessa importante assunto...




Embora estejam mais à vontade para praticar sexo oral, mulheres jovens ainda sentem dificuldade em cobrar o uso de preservativo

De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente pela Universidade de Alberta, no Canadá, e publicada na revista médica Jornal Europeu de Contracepção e Saúde Reprodutiva, a postura das pessoas com relação ao sexo oral está mudando, e isso pode ser notado na faixa mais jovem da população. A pesquisadora Brea Malacad, autora do estudo, acredita que além de ter sido incluído de forma mais generalizada no repertório sexual feminino, a forma como ele é visto mudou também. A modalidade passou de obrigação para agradar ao parceiro e uma prática pouco prazerosa a uma escolha feminina. “Com mais consciência da própria sexualidade, a mulher deixa de achar sexo oral nojento, entre outros preconceitos”, afirma a psicóloga Tatiana Presser, especializada em sexo e educação sexual.



Participaram da pesquisa canadense 181 mulheres entre 18 e 25 anos. “No meu estudo, todas as mulheres que haviam tido relações sexuais também fizeram sexo oral”, diz Malacad. Entre os dados coletados, uma curiosidade: metade das participantes respondeu que via sexo oral como algo menos íntimo do que penetração. Para 41%, no entanto, a prática é tão íntima quanto. Os 9% restantes classificaram o sexo oral como “mais íntimo do que penetração”.

A resposta emocional ao sexo oral foi outro ponto surpreendente da pesquisa. “Tanto a penetração quanto sexo oral foram associados com emoções mais positivas de modo geral, o que sugere que a maior parte das jovens mulheres estão praticando porque realmente gostam”, disse Malacad à publicação europeia. Cerca de 30% das participantes relataram que a felação as fez se sentirem poderosas. “Aparentemente algumas mulheres acreditam que seja um ato que dá poder”, completou.



Para Presser, é como se a mulher estivesse “descobrindo” a existência do pênis. “Com mais conscientização sobre a sua sexualidade, a mulher passa a encarar o sexo como um direito ao prazer. Isso inclui o ‘amor pelo pênis’”, afirma.


Falta de proteção
A má notícia veio sobre a desinformação sobre os riscos do sexo oral desprotegido. A ausência de preservativos durante o sexo oral foi constatada entre 82% das adolescentes. Contudo, apenas 7% abriram mão dele durante a penetração. “É como se não passasse pela cabeça delas se proteger ao fazer sexo oral”, diz Malacad, que é professora de educação sexual na Faculdade de Educação da Universidade de Alberta. “O risco de pegar uma doença é menor do que no sexo vaginal ou anal, mas existe”, diz Presser. “A mulher, para não ser a vilã da história, fica desconfortável ao pedir o sexo oral com camisinha”, afirma. De quebra, na penetração, há a justificativa de pedir ao parceiro que use camisinha para como método anticoncepcional.













Tuesday, 13 March 2012

Saiba o que é ninfomania...

É algo para se festejar ou se preocupar?




O ex-namorado de Renata, do BBB12,  disse que ela era ninfomaníaca, apesar da mineira ter negado e afirmado não ter feito sexo na casa. Ao se aventurar com mais de um homem durante o programa, surgiu a polêmica: será que ela é viciada em sexo? Mas, afinal, o que caracteriza uma pessoa ninfomaníaca? A ninfomania é um transtorno psiquiátrico e não existe explicação para a sua origem. Segundo o Código Internacional de Doenças, a ninfomania é classificada como uma compulsão, assim como o vício em comer ou beber. A sexóloga Patrícia Cardoso explica sobre a doença e seus possíveis tratamentos:

Quem pode ser caracterizado como ninfomaníaco?
A ninfomania se aplica somente às mulheres: os homens sofrem da chamada “satiríase”. O transtorno também pode ser definido como hipersexualidade e mostra um apetite sexual exagerado. “A ninfomania é quando o apetite sexual exacerbado compromete as atividades cotidianas, causando prejuízos aos relacionamentos afetivos. A masturbação compulsiva, praticar o sexo sem proteção, rotatividade de parceiros, a ansiedade crescente e falta de satisfação sexual caracterizam o distúrbio”, afirma Patrícia. A mulher viciada em sexo apresenta comportamento compulsivo desde criança, só alterando o objeto escolhido.


O sexo é prazeroso?
Quando a mulher tem muitas relações sexuais, surge a dúvida: será que a atividade continua sendo prazerosa? “A ninfomania ou o desejo sexual hiperativo é um transtorno psiquiátrico. O prazer pode ser intenso no primeiro momento, mas logo é seguido de culpa, causando dor emocional. A pessoa não tem controle sobre os impulsos sexuais”, explica a sexóloga.

Tipos de tratamento
Quem sofre da compulsão por sexo deve procurar a ajuda de um psiquiatra. Porém, é bom ficar atenta: é diferente gostar de sexo e ser ninfomaníaca. “A diferença é a capacidade de controlar os impulsos sexuais. Quando não há esse controle, a pessoa passa a ser escrava dos próprios desejos”, conta Patrícia. O tratamento para o distúrbio envolve desde psicoterapia até tratamento psiquiátrico com prescrição de medicamentos inibidores do desejo sexual: “Há tratamentos combinados, aliando a terapia sexual com a adição de drogas. Vale ressaltar a importância da participação em grupos de apoio, como o DASA – Dependentes de Amor e Sexo Anônimos”, complementa a especialista.


Sexo saudável
Sexo é saudável, faz bem para a pele, para os cabelos e libera hormônios que relaxam o corpo e a mente. E será que existe uma quantidade “ideal” de sexo para cada um? “Não há uma quantidade ideal. Varia de pessoa para pessoa e de casal para casal. O que vai determinar essa normalidade é a capacidade de disciplinarmos nossos desejos e fantasias. Se isso ocorrer sem gerar depressão e ansiedade, não há motivos para preocupação. Uma coisa é carência, outra é dependência”, pontua a sexóloga.



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Monday, 19 December 2011

Quando o sexo torna-se um problema....


Viciados em sexo... pode parecer engraçado, mas não é...



Vício em sexo é uma das dependências menos confessada e visível de toda a existência.

No entanto, tem aumentado ultimamente o número de pacientes que procuram ajuda por causa das conseqüências deste transtorno sexual, tais como:
  • Ruína econômica
  • Problemas no trabalho
  • Problemas conjugais
  • Divórcio
  • Ansiedade
  • Depressão.

O vício em sexo pode manifestar-se de muitas maneiras:

  • Masturbação compulsiva
  • Relações com múltiplos parceiros - promiscuidade
  • Encontros com pessoas desconhecidas
  • Pornografia
  • Prostituição
  • Sexo por telefone
  • Assédio sexual



O ritmo sexual de um viciado em sexo

A frequência com que estas pessoas fazem sexo depende de muitos fatores, incluindo a situação em que se encontra, o ambiente e também a fase da doença. Há pessoas que tiveram mais de uma dúzia de parceiros diferentes em poucos dias: sem dúvida um caso de vício em sexo.




Características do vício em sexo


A principal característica de dependência sexual é a incapacidade de a pessoa controlar o impulso sexual.



A necessidade de seduzir se torna uma obsessão e, como consequência, surge o comportamento impulsivo sexual para reduzir a ansiedade que provoca pensamentos sobre o sexo. Como um círculo vicioso.

Outras características do vício em sexo incluem:


  • Desespero
  • Obsessão relacionada com o sexo
  • Masturbação excessiva, mesmo em locais ou momentos inapropriados

  • Depressão 
  • A obsessão por sexo destrói a paz e a felicidade em outros aspectos da vida

Os viciados em sexo são habeis na dissimulação, porque o seu problema os envergonha. Mas, muitas vezes, a sua dependência sempre é reconhecida no final.

Algumas pessoas que sofrem do vício em sexo decidem procurar ajuda, porque querem acabar com o problema que lhes causa vários problemas graves na vida: separação, divórcio, vergonha, instabilidade econômica, raiva, frustração, dependência, sofrimento, problemas legais ou ideias de suicídio, entre outros.




Como acabar com o vício em sexo?


O tratamento do vício em sexo é conhecer e compreender a resposta sexual humana. Para resolver este problema, trabalha-se em três níveis:

Controle Médico: 
É essencial. Na maioria dos casos, através de ansiolíticos e antidepressivos é possível controlar o impulso sexual.

Comportamento: 
Aqui trabalha-se na mudança de atitudes e atividades de controle relacionadas ao sexo, como o consumo de pornografia, as chamadas linhas eróticas e contato com prostitutas, que tentam alterar para outros estímulos sexuais, como desporto, entretenimento , comunicação com colegas e amigos, e assim por diante.



Psicológica: 
Funciona alterando os pensamentos negativos associados a esta dependência para outros que oferecem o positivismo ao paciente. O vício em sexo provoca em determinado momento insatisfação sexual




Sou um viciado em sexo?


Responder às seguintes perguntas pode ajudá-lo a ver se sofre do vício em sexo ou se está a enveredar por esse caminho.




  1. Esconde a sua vida sexual de outros, isto é, não gosta de falar sobre isso em geral, nem fala sobre isso quando tem um problema?
  2. Tem uma vida dupla?
  3. Envergonha-se das suas ações porque acha que são imorais?
  4. Pratica sexo em lugares desconhecidos e com estranhos sem ser capaz de evitá-lo?
  5. Sente remorso ou culpa depois de um encontro sexual?
  6. Não consegue manter um parceiro estável devido ao seu comportamento sexual?
  7. Necessita cada vez mais de uma maior variedade e frequência nos relacionamentos?
  8. Engana o seu parceiro com outros, incluindo desconhecidos?
  9. O seu comportamento sexual traz problemas legais (prostituição, telefonemas obscenos ...)?



Se obtiver seis respostas foram afirmativas, procure ajuda profissional. É muito provável que tenha um vício não saudável pelo sexo, isso pode afetar sua vida da pior forma.