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Sunday, 1 April 2012

Qual o seu tipo de libido?


Terapeuta afirma que existem dez tipos de libido




A forma de querer e lidar com o sexo não é igual para todos
Para a psicóloga australiana Sandra Pertot, muitos desencontros sexuais acontecem por um motivo simples: achamos que o outro percebe o sexo da mesma forma que nós. “Mas como em todos os outros aspectos da vida humana, as habilidades sexuais também são variáveis”, diz. A especialista em libido explica que não existe uma única forma de lidar com o desejo, mas dez. No entanto, segundo ela, atualmente as pessoas são classificadas equivocadamente de duas maneiras apenas: as supostamente “normais”, que querem sexo com frequência e o praticam com certa variedade, e as “anormais”, caracterizadas pelo desinteresse sexual e pouco empenho erótico.



Autora do livro “Os Dez Tipos de Libido” (Editora Ideia e Ação), Sandra falou ao Delas sobre cada perfil específico. O objetivo é oferecer ferramentas para o autoconhecimento. “Desta forma, podemos identificar nossas próprias necessidades”, conta sobre o trabalho desenvolvido com base em pesquisas acadêmicas e 30 anos de vivência em consultório. De sensual a compulsivo, a especialista explica os dez tipos de libido. É possível que a pessoa apresente apenas uma delas ou duas combinadas.

1. Libido Sensual: o sexo para esse tipo é uma forma de expressar o vínculo emocional com o parceiro. O foco não está no que se faz na cama, no tipo de fantasia ou na intensidade, mas no nível de intimidade e cumplicidade do casal. Para essa pessoa, o ato sexual não acontece satisfatoriamente se for baseado apenas no desejo físico. O que importa aqui é o olho no olho e o carinho.



2. Libido Erótica: para este tipo, o sexo é a parte mais importante do relacionamento a dois, a melhor forma de demonstrar amor. As relações sexuais têm que ser em alta voltagem e cheias de intensidade. As carícias mais ousadas são apreciadas. Relações mornas e com pouco erotismo são desestimulantes para quem tem a libido erótica.



3. Libido Dependente: o sexo nesse caso é usado para aliviar as tensões da vida cotidiana, proporcionando uma sensação de calma e bem-estar. A falta dele provoca um efeito proporcionalmente contrário, como irritação e inquietação na relação a dois. Esse tipo costuma interpretar a recusa de sexo como falta de amor.



4. Libido Reativa: o comportamento deste tipo é caracterizado muito mais pela sensação de dar prazer do que sentir. Para se excitar, essa pessoa precisa ver o outro excitado. Mais que isso, a satisfação do(a) parceiro(a) é capaz de gerar uma sensação de poder e alimentar o sentimento de competência sexual. A relação esfria quando o(a) parceiro (a) não emite sinais claros de que o sexo está sendo prazeroso.



5. Libido "Por Direito": independente do desejo do(a) parceiro (a), esse tipo acredita que estar num relacionamento lhe dá garantias de ter sexo a qualquer hora. Para essa pessoa, não importa que a vida sexual não seja muito variada ou criativa, o importante é que a sua iniciativa de ir para cama não seja recusada.



6. Libido Viciosa: pessoas com a libido viciosa têm dificuldade em resistir aos apelos sexuais externos, mesmo quando estão em relacionamentos estáveis. Com um comportamento similar aos viciados em drogas, esses indivíduos são controlados por seus impulsos e necessidades.


7. Libido Estressada: o sexo aqui é motivo de tensão e estresse. Os indivíduos frequentemente convivem com a sensação de que estão sendo incompetentes no relacionamento sexual com o(a) parceiro(a). Muitos evitam as situações sexuais por causa do medo de falhar ou “não dar conta do recado”.



8. Libido Desinteressada: o pouco interesse sexual é o que caracteriza este tipo. Essa condição pode ser um traço natural da pessoa ou disparada por consequência de fatos de sua vida. O sexo não é visto como algo fundamental para o relacionamento a dois. No entanto, esses indivíduos são capazes de atender aos apelos sexuais dos parceiros como obrigação para manter a relação.



9. Libido Desconectada: essas pessoas até sentem desejo, mas estão preocupadas demais com os outros aspectos da vida, como trabalho e filhos, para procurar o(a) parceiro (a) para o sexo. Costumam optar pela masturbação como forma mais prática de obter alívio sexual, evitando o “trabalhão” que uma noite de sexo pode dar. Para as mulheres, fingir prazer para acabar logo com o “problema” é frequente, mas vez ou outra curtem a transa plenamente.



10. Libido Compulsiva: o indivíduo costuma ser muito dependente de algum ritual sexual específico, manifestado de duas formas: a primeira com o desejo relacionado a objetos como sapatos ou roupa de couro, por exemplo, e a segunda identificada com situações como observar pessoas na intimidade ou exibir os genitais em público. Quando esses ritos não podem se realizados, essas pessoas costumam ter o
apetite sexual esvaziado.








Tuesday, 13 March 2012

Saiba o que é ninfomania...

É algo para se festejar ou se preocupar?




O ex-namorado de Renata, do BBB12,  disse que ela era ninfomaníaca, apesar da mineira ter negado e afirmado não ter feito sexo na casa. Ao se aventurar com mais de um homem durante o programa, surgiu a polêmica: será que ela é viciada em sexo? Mas, afinal, o que caracteriza uma pessoa ninfomaníaca? A ninfomania é um transtorno psiquiátrico e não existe explicação para a sua origem. Segundo o Código Internacional de Doenças, a ninfomania é classificada como uma compulsão, assim como o vício em comer ou beber. A sexóloga Patrícia Cardoso explica sobre a doença e seus possíveis tratamentos:

Quem pode ser caracterizado como ninfomaníaco?
A ninfomania se aplica somente às mulheres: os homens sofrem da chamada “satiríase”. O transtorno também pode ser definido como hipersexualidade e mostra um apetite sexual exagerado. “A ninfomania é quando o apetite sexual exacerbado compromete as atividades cotidianas, causando prejuízos aos relacionamentos afetivos. A masturbação compulsiva, praticar o sexo sem proteção, rotatividade de parceiros, a ansiedade crescente e falta de satisfação sexual caracterizam o distúrbio”, afirma Patrícia. A mulher viciada em sexo apresenta comportamento compulsivo desde criança, só alterando o objeto escolhido.


O sexo é prazeroso?
Quando a mulher tem muitas relações sexuais, surge a dúvida: será que a atividade continua sendo prazerosa? “A ninfomania ou o desejo sexual hiperativo é um transtorno psiquiátrico. O prazer pode ser intenso no primeiro momento, mas logo é seguido de culpa, causando dor emocional. A pessoa não tem controle sobre os impulsos sexuais”, explica a sexóloga.

Tipos de tratamento
Quem sofre da compulsão por sexo deve procurar a ajuda de um psiquiatra. Porém, é bom ficar atenta: é diferente gostar de sexo e ser ninfomaníaca. “A diferença é a capacidade de controlar os impulsos sexuais. Quando não há esse controle, a pessoa passa a ser escrava dos próprios desejos”, conta Patrícia. O tratamento para o distúrbio envolve desde psicoterapia até tratamento psiquiátrico com prescrição de medicamentos inibidores do desejo sexual: “Há tratamentos combinados, aliando a terapia sexual com a adição de drogas. Vale ressaltar a importância da participação em grupos de apoio, como o DASA – Dependentes de Amor e Sexo Anônimos”, complementa a especialista.


Sexo saudável
Sexo é saudável, faz bem para a pele, para os cabelos e libera hormônios que relaxam o corpo e a mente. E será que existe uma quantidade “ideal” de sexo para cada um? “Não há uma quantidade ideal. Varia de pessoa para pessoa e de casal para casal. O que vai determinar essa normalidade é a capacidade de disciplinarmos nossos desejos e fantasias. Se isso ocorrer sem gerar depressão e ansiedade, não há motivos para preocupação. Uma coisa é carência, outra é dependência”, pontua a sexóloga.



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Sunday, 27 November 2011

Mantenha o desejo sexual....


com muitos e muitos beijos....



É comum perceber casais que já estão juntos há muito tempo abrindo mão do beijo na boca. Há quem arrisque um selinho ou outras formas de carinho, mas acabam deixando de lado aqueles beijos de novela, apaixonados e fundamentais para uma relação saudável. Não é por falta de motivos: um beijo de língua é capaz de ativar 29 músculos faciais, aumentar a temperatura da pele, acelerar o ritmo cardíaco e a frequência respiratória, e ainda produzir endorfinas, o hormônio que gera felicidade.



A pele dos lábios é semelhante à mucosa do pênis e a do clitóris, regiões de grande vascularização. Sempre que são estimuladas mandam para o cérebro as sensações percebidas. O beijo é conhecido desde a idade da pedra, quando os primeiros homens lambiam seu par para retirar sal do suor do rosto, relacionando este contato à própria sobrevivência. Até hoje passa uma ideia de compromisso, tanto que muitas prostitutas se negam a beijar nos programas.



Segundo o Relatório Hite, pesquisa sobre sexualidade feminina, 90% das mulheres gostam de beijos durante o sexo, enquanto entre homens com instrução, 77% necessitam do contato com os lábios para serem estimulados. Em homens com menos instrução, o número cai para 41%, refletindo em um quadro de disfunção erétil, duas vezes maior neste grupo.



A falta de desejo é um dos problemas mais frequentes na terapia sexual, principalmente por provocar o distanciamento do casal. Para promover a reaproximação, cabe ao sexólogo orientar o par no estímulo de carinhos e beijos pela pratica de exercícios comportamentais onde os dois podem avaliar seus verdadeiros sentimentos. Até porque um bom beijo além de ser gostoso, expressa, na maioria das vezes, mais que palavras.