Showing posts with label dominação. Show all posts
Showing posts with label dominação. Show all posts

Sunday, 8 July 2012

Conheça dez fantasias eróticas femininas possíveis


As mulheres deram asas a suas imaginações mais secretas

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


Depois que as mulheres queimaram o sutiã, o corpo foi liberto e a sexualidade feminina rompeu os poros do moralismo e conservadorismo da boa moral e costume, em pleno século XXI elas não temem em fantasiar e colocar em prática seus desejos sexuais. E pasme, pois as fantasias sexuais femininas vão muito além do pequeno e apertado espaço do banheiro do avião.

Por isso, dez situações eróticas foram listadas para quebrar a monotonia, esquentar a relação a dois, a três, a quatro...

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


01 Dança privada: a ideia é tentar o homem. A mulher é quem controla o jogo de sedução

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


02 Exibicionismo: É o famoso sexo público, mas com o avanço das tecnologias esta fantasia ganhou novas dimensões e agora permite que a mulher filme o ato sexual e depois poste o vídeo na internet

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


03 Culpa: simulações de estupro, sexo selvagem, sujo em que a mulher sinta-se culpada pode resultar em orgasmos meteóricos. Esta fantasia brinca com a ideia de que o sexo é gratuito e todo sentimentalismo deve ser deixado de fora

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


04 Voyeurismo: Definitivamente as mulheres adoram observar enquanto outras pessoas fazem sexo. Pode ser espiar um vizinho que "esqueceu" a janela aberta ou mesmo alguma cena mais caliente no metrô, ônibus...

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


05: Ménage a trois com dois homens: Antes de tudo, os dois homens devem ser heterossexuais, afinal o centro de atenção é toda da mulher. O que leva a mulher a loucura é a sensação de ser penetrada por dois homens ao mesmo tempo

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


06 Ménage a trois com duas mulheres: Para não cair na monotonia da relação a dois, a possibilidade de ter um homem e duas mulheres dividindo a mesma cama parece ser uma experiência memorável

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


07 Sexo com estranho: Economize tempo sem todo aquele blá blá blá e vá direto ao ponto. Pode ser no escuro, sem saber o nome do indíviduo, a adrenalina tem de correr solta

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


08 Estudante: Voltar aos tempos de colegial com direito a uniforme e toda parnafenália que este desejo sexual permite deve enlouquecer e confundir homens e mulheres com aquele meio termo de menina-moça

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


09 Ser dominada: parece que as mulheres independentes preferem um homem que não economiza em sua testosterona. É nesta situação que as mulheres desfrutam de toda sua feminilidade

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


10 Dominadora: Apesar das mulheres amarem um homem forte com uma cara de bad boy, ter total domínio do ato sexual mexe com os pensamentos femininos mais picantes. Amarrar a presa e dizer quem é que manda, é garantia de orgasmos múltiplos

fantasias sexuais, fantasias eróticas, menage, dominação, voyeur, exibicionismo, fetiche, desejo sexual, fantasias sexuais femininas - Desejos e Fantasias de Casal


dicas para o sexo - sexualidade -  Desejos e Fantasias de Casal







Friday, 1 June 2012

Sugestões quentes para vocês delirarem juntos na hora do sexo


16 dicas para os dois se divertirem ainda mais na cama


dicas para o sexo, sexualidade, dicas para a relação, sexo falado, 69, vibrador, dominação, posições sexuais - Desejos e Fantasias de Casal



Dicas quentes para os dois delirarem ainda mais na cama



Quer esquentar a cama, delirar e levar o seu parceiro à loucura. Separamos 16 táticas que garantem uma noite de pegar fogo. Conheça:

1. Experimente a posição cowgirl invertida. Coloque as mãos nas coxas do gato e controle os movimentos. Enquanto isso, ele só precisa tocar seus seios.

2. Durante a transa, comece a narrar no ouvido dele como seria se houvesse uma terceira pessoa na cama com vocês.

3. Misture 69 com espanhola. Enquanto seu lindo se deita sobre você e faz sexo oral, maturbe-o usando os seios.

4. Transem sem se tocar diretamente. Usem lençóis de seda e linho para deixar a brincadeira ainda mais excitante!

dicas para o sexo, sexualidade, dicas para a relação, sexo falado, 69, vibrador, dominação, posições sexuais - Desejos e Fantasias de Casal


5. Apoie a cabeça no travesseiro. Seu amor fica de joelhos sobre você, controlando o sexo oral. Depois, é a sua vez de gozar.

6. Dobre os joelhos até que eles encostem nos seus seios, quando estiver por cima. Sua abertura vai ficar mais estreita, dando maior prazer para você e para seu amor.

7. Atualizem um clássico: 69 é bom, mas se os dois ficarem deitados de lado pode ficar ainda melhor.

8. Enquanto você estiver por cima, use um anel vibrador peniano. Deixe-o em contato com o clitóris. Isso irá triplicar o prazer dos dois.

9. Depois do banho, apoie-se na pia, deixando que o bonitão penetre você por trás. Olhe para os olhos dele pelo espelho.

10. Use um cinto de couro na cintura enquanto estiverem fazendo cachorrinho. Assim, ele pode puxá-la e vocês entram no mesmo ritmo com mais facilidade.

dicas para o sexo, sexualidade, dicas para a relação, sexo falado, 69, vibrador, dominação, posições sexuais - Desejos e Fantasias de Casal


11. Troquem de posição quando seu amor estiver para terminar. Do estilo cachorrinho para conchinha. Se você estiver por cima, vire-se para um caubói de costas.

12. Com os quadris grudados nos dele, façam movimentos para a frente e para trás. Deixe o clitóris em contato com o pênis.

13. Levante seus quadris quando montar nele. Assim, o moço consegue ver a própria performance enquanto entra e sai de você.

dicas para o sexo, sexualidade, dicas para a relação, sexo falado, 69, vibrador, dominação, posições sexuais - Desejos e Fantasias de Casal


14. Prenda os braços dele quando estiver por cima. Homens gostam de ter a sensação de ser dominados. E você ainda dita o ritmo do sexo.

15. Depois de gozarem, peça para ele continuar dentro de você. Relaxe e contraia a vagina até que a brincadeira comece de novo.

dicas para o sexo, sexualidade, dicas para a relação, sexo falado, 69, vibrador, dominação, posições sexuais - Desejos e Fantasias de Casal


16. Não tire seu escarpim preto matador. Arranhe as coxas do gato com o salto enquanto ele estiver por cima.



dicas para o sexo - sexualidade -  Desejos e Fantasias de Casal








Monday, 7 May 2012

Saiba quais práticas picantes podem ajudar você a turbinar o sexo


Como tirar o sexo da rotina e aumentar o prazer

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


Swing, exibicionismo, bondage e outras práticas picantes para quem quer ultrapassar inibições e turbinar o sexo.

Algumas pessoas acham que vestir fantasias não é suficiente para tirar o sexo da rotina. Para ter orgasmos de fazer tremer as paredes, rompem as fronteiras convencionais com swing, exibicionismo, bondage... Descubra essas delícias proibidas e até onde se pode ir na busca pelo prazer.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


Sadomasoquismo
Não é segredo que cada um tem um pouco de masoquista, voyeur ou fetichista, mas o que diferencia o BDSM (sigla para bondage, disciplina/dominação e sadomasoquismo) de uma simples ousadia na cama é a intensidade. "Transgredir pode ser prazeroso, desde que haja limites que preservem a saúde e a sanidade", alerta o terapeuta sexual Cláudio Picazio, de São Paulo.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


A dor e o prazer
Em momentos combinados, M., 37 anos, trata o marido, R., 40 anos, como cachorro. Sobe nele, coloca uma coleira nele e diz tudo o que deve fazer. Se desobedecê-la, apanha. "Já o deixei amarrado na cama de um quarto de hotel e voltei só no dia seguinte", conta.

Mas, afinal, como dois parceiros que se amam podem sentir satisfação sexual em se machucar? A verdade é que dor e prazer estão relacionados para todas as pessoas. O sexo é instintivamente agressivo. O orgasmo, um momento solitário, em que você se desliga de tudo ao redor e aproveita a sensação. "Depreciando o ser amado, conseguimos usufruir de seu corpo sem nos preocupar tanto com ele", explica Picazio.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


Para quem gosta de observar
Longe do mundo sadomasoquista, outro impulso tem crescido na vida sexual dos casais: o voyeurismo. "Ser o observador gera desejo e, mais do que isso, estimula a transgressão", explica Picazio. "Quem ‘peca’ não é você, é o outro, e se ele se permite você também pode, completa.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


O programa favorito de R., 32 anos, é assistir à mulher, F., 30, fazendo sexo com outros homens. Casados há oito anos, os dois não consideram isso uma traição. Mas ele tem que aprovar o eleito - nunca um amigo ou alguém com quem ela tenha vínculo emocional. "Transei com meu vizinho na sala enquanto ele assistia a tudo escondido na cozinha", conta F. Qual a graça? "Parece que os outros homens são peças de um jogo que só nós conhecemos", responde.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


Sexo em público
Nas baladas liberais, invasão de privacidade não é crime. Nesses clubes, além da pista, há lugares específicos para os frequentadores fazerem sexo para quem quiser ver. "Como o casal estipula suas regras, realiza o desejo de variar de parceiro sem deixar de se considerar monogâmico emocionalmente", explica a psicóloga Nilma Figueiredo de Almeida, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


Observar seu amor transando com outra pode não parecer a melhor maneira de aprimorar o relacionamento. Mas os adeptos do swing acreditam que a prática cria cumplicidade.

swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal

Nenhuma prática sexual, porém, é tábua de salvação para casamentos falidos. Se o que está afastando vocês for o sexo, ultrapassar inibições e descobrir novos prazeres pode melhorar as coisas. Mas nenhuma prática sexual tem capacidade de construir afeto e confiança que nunca estiveram lá.





swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal




swing - fantasias sexuais - sexo - Desejos e Fantasias de Casal


Saturday, 24 March 2012

Bate que eu gamo ....


O que há por trás do BDSM e afins....





"Sou sádica, gosto de causar dor e humilhação, tenho meus escravos. Dentre as práticas que mais gosto, posso citar shibari, bondage, spanking, facesitting, asfixia erótica, afogamento, inversão, entre tantas outras coisas. Mas certa vez fiquei tanto tempo sentada no rosto de um parceiro (facesitting) que, quando me levantei, vi que ele estava desacordado. Fiquei apavorada e, tremendo, peguei o telefone para ligar para a emergência. Felizmente ele acordou com dois tapinhas na cara, aí o tesão foi maior ainda, mas essa é uma prática que procuro evitar.”

Se essa declaração chocou ou se você não entendeu metade dos termos, não se preocupe: o sadomasoquismo tem vocabulário próprio e seus praticantes fazem questão de se diferenciar do resto das pessoas, chamadas por eles de ‘baunilhas’ (sabor mais comum de sorvete). Mas, acredite: estas práticas estão mais próximas do que você imagina. Aos 35 anos, a promotora de eventos A., de Salvador, autora da declaração acima, é praticante de BDSM há oito anos. O termo significa Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo e engloba uma gama inimaginavelmente extensa de práticas e intensidades.



“Algumas pessoas se excitam com sadomasoquismo e outras não. Da mesma forma que existem pessoas que curtem sexo anal ou oral e outras não... É tudo uma questão de gosto. E gosto cada um tem o seu”, pondera A. Segundo Mabel Cavalcanti, terapeuta sexual de Brasília, “o sadomasoquismo é um omportamento que se caracteriza pelo prazer/dor ao maltratar e ser maltratado. Isto implica em graus para mais ou para menos, podendo chegar a condições totalmente patológicas”, ela explica.

Encontros de dor e prazer

Os encontros BDSM podem ser como uma válvula de escape para quem não consegue incluir esse estilo em sua rotina. “Infelizmente vivemos em uma sociedade machista e um tanto quanto hipócrita, em que todos têm fantasias sexuais e desejos, mas, por medo e tabus, os escondem debaixo do tapete. Então procuram se realizar às escondidas, para não serem taxados de doentes e tantos outros adjetivos nada agradáveis”, lamenta A., que não se relaciona com quem não compartilhar de suas práticas. “Sou bem resolvida e não estou fazendo nada de errado, mas não me relaciono com quem não goste do jogo, seria hipocrisia de minha parte”.



I., de 38 anos, organiza festas temáticas em clubes BDSM em São Paulo e se diz sádica. “O sadomasoquismo ainda é um assunto pouco comentado. Geralmente quem gosta mantém isso em segredo no trabalho, na família e até com os amigos mais chegados ou esposa/marido. No meu caso, todos os amigos e a família sabem de minhas preferências, só que não mensuram, não imaginam a extensão da coisa. Mas não tenho que contar tudo o que rola nos meus relacionamentos, mesmo porque também não fico perguntando o que meus amigos ou familiares fazem entre quatro paredes”.



Para a terapeuta sexual, todo esse segredo tem um porquê: “Trata-se de algo que beira o limite do desvio social, da parafilia (quando o prazer sexual não se encontra na cópula mas em alguma atividade/objeto paralelo) fugindo assim à relação de amor/prazer que dignifi ca e enobrece a sexualidade humana”, opina.

Geralmente o ato sexual está incluído na prática BDSM, mas, em muitas vezes, apenas por meio da masturbação e não da penetração, já que somente a própria cena ou vestimentas e objetos já bastam para provocar o maior dos tesões nos praticantes. Para quem é submisso, por exemplo, só o fato de estar em uma posição inferior, sendo humilhado, já basta para sentir enorme prazer, não sendo necessária a cópula em si.



Mabel Cavalcanti explica que “existem pessoas que sentem prazer em maltratar animais, monumentos, etc, pelo simples desejo de chamar a atenção por seu poder de destruição, já que se sentem incapazes de aparecer de forma positiva”. A terapeuta sexual acrescenta: “Várias são as causas que podem desencadear esse tipo de conduta. Uma das mais encontradas nos relatos terapêuticos remonta à infância, quando a criança só conseguia a atenção das pessoas amadas através de punições”.

Sexo, poder e humilhação

A comerciante T.*, paulistana de 31 anos, descobriu o universo do ‘bate e apanha’ há quatro anos, apesar de ter se identificado submissa já aos 18. “O sadomasoquismo pode ser válvula de escape, e assim como o sexo, ser usado para aliviar tensões, ser um gosto que o seu inconsciente desenvolveu por conta de algum trauma, abuso ou algo do gênero. Para mim o lado psicológico é mais forte, curto me sentir dominada, preciso de uma pegada mais forte, ser imobilizada. Gosto de certas humilhações, de não ter o controle, e por causa disso me identifiquei como submissa, bondagista”, conta ela, que diz ainda não saber separar as práticas BDSM do sexo: “Eu não consigo separar, mas tenho amigas masoquistas que sentem prazer simplesmente na dor. Então, elas conseguem desvincular o sadomasoquismo do sexo. Eu, particularmente, não. Eu sinto tesão, meu prazer é sexual, o sadomasoquismo, para mim, é como a preliminar do sexo”.



Paulo de Souza é psicólogo clínico e terapeuta de casais na capital paulista e faz a seguinte observação:“Embora os sadomasoquistas considerem-se experts no desempenho sexual e na obtenção de orgasmos, pode-se pensar em sadomasoquismo sem orgasmos, sem uma conotação sexual explícita, se pensarmos na ótica dos fenômenos psíquicos, na adesão ao sofrimento moral ou ao prazer com o controle”.

Para T., a adrenalina de apanhar, ainda que de leve, traz um prazer extra, mas ela costuma ter relacionamentos com ‘baunilhas’ e entende os motivos de tanta curiosidade e desconfi ança em relação às suas preferências: “Ainda existe muito preconceito com relação ao sadomasoquismo. A maior parte das pessoas ainda vê essas práticas como ‘taras’ de pessoas ‘doentes’. Mas o grande problema é a falta de conhecimento sobre o assunto e a repressão sexual que muitas pessoas ainda sofrem ou se impõem”.



O psicólogo vê que os adeptos de comunidades sadomasoquistas repudiam veementemente a associação que muitos leigos fazem de seus hábitos com a violência e descontrole, já que são minuciosos justamente no saber fazer, em como produzir prazer. Repudiam também a associação com a agressão, já que na relação sadomasoquista não existe uma pessoa que impõe à outra sua vontade, ao contrário: quem se submete escolhe se submeter por seu próprio prazer. O prazer é necessariamente consensual e, além disso, existe um código, uma palavra de segurança pré combinada entre os parceiros para que se saiba a hora exata de parar.

“Eu acho que, quando se ouve uma pessoa afirmar que gosta de apanhar até ficar roxa, que adora um chicote, que morre de tesão de levar uma marca com ferro quente, fica difícil dissociar da violência. Um homem que gosta de ser pisado, uma mulher que gosta de ter ganchos enfiados na pele... não tem como culpar as pessoas de acharem o sadomasoquismo um absurdo. Você passa a vida aprendendo a respeitar, a não ferir, a honrar e, de repente fica sabendo que uma pessoa conhecida adora simulação de estupro... É de dar nó na cabeça de qualquer um mesmo. Mas o que os leigos precisam entender é que o BDSM tem como base uma regra simples e funcional, que é a prática ser SSC, ou seja, são, seguro, consensual”, explica T.



O preconceito óbvio Paulo de Souza conclui que a cena de uma pessoa amarrada e levando palmada pode ser vista como excessivamente agressiva e insuportável, independentemente do fato de que quem apanha tenha consentido ou chegado ao orgasmo desta forma. “Os grupos e práticas pouco conhecidas atraem tanto a curiosidade quanto o preconceito. Estigmatizar pode ser até uma estratégia do leigo para evitar a atração que a curiosidade revela. Tem gente que até associa o sadomasoquismo ao uso de drogas ou a seitas obscuras, o que me parece evidentemente um preconceito, porque o movimento e as práticas sadomasoquistas revelam-se muito mais amplos e públicos do que seitas obscuras, e o uso de drogas se dá em qualquer setor da sociedade, em diversos contextos”, avalia o psicólogo.



Depois de se divorciar, a produtora teatral carioca M., de 47 anos, se descobriu sadomasoquista: “Descobri esse mundo BDSM depois que me separei e passei a me conhecer mais, já que era totalmente leiga e crítica como muitos. Pratico a dominação psicológica, spanking (causar a dor com chibatas, chicotes, chinelos), velas e podo (pisar, pular e esfregar os pés na face do parceiro). Sempre que possível, em bares temáticos ou hotéis, com meu namorado. Dentro desse novo mundo eu conheci pessoas amorosas, que se respeitam e se ajudam. Não querem saber da sua classe social ou da sua conta bancária, apenas de você como pessoa. Pelo menos é assim que me sinto nesse meio. Tenho o respeito de todos, mesmo sendo uma pessoa comum e iniciante, alegra-se M., que está no BDSM há um ano.




Com suas experiências, ela diz como interpreta o universo BDSM: “Claro que cada caso é um, mas, de maneira geral, existe muito o lance da busca pelo complemento dentro do BDSM, do seu oposto. Por exemplo: se é um homem rico com um cargo importante, se tem poder, geralmente gosta de ser tratado como um animal, pisado e humilhado; já que ele é, em sua rotina, dominador, acaba tendo a necessidade de ser subestimado na hora do sexo. Uma vez que não consegue isso na vida pessoal, ele encontra no meio BDSM. Não é regra, mas uma situação dessas é comum, sim”.

Para botar fogo na relação

Para quem está pensando em apimentar a relação com brincadeirinhas BDSM, o psicólogo alerta: “Sessões BDSM podem ter toda a formalização de uma cena previamente arranjada e contratada, com requintes de figurino e representação, bem como podem surgir no calor de uma relação sexual sem significar nada mais do que o prazer daquele momento. O acesso do casal às práticas lúdicas sadomasoquistas, de forma consensual, pode trazer um grande incremento erótico e cumplicidade para o casal. Mas se um dos dois se entusiasmar com as práticas sadomasoquistas e o outro não, pode abrir uma enorme fissura na vida afetiva e sexual do casal”.


Baunilha, dominadora, submissa, curiosa, sádica ou masoquista, o trato é: se são dois adultos lúcidos em busca de seu prazer, então os atos são válidos. Não importa quem manda e quem obedece. Outra coisinha: as pessoas mistificam muito o sadomasoquismo pelo seu extremo: dor, chibatadas, chicotadas e humilhação, mas no universo do BDSM cabe muita coisa, como os fetiches por roupas e sapatos (a clássica visão da dominadora de roupa de couro e salto alto), assim como coisas mais simples, como a privação de sentidos, que à primeira vista pode soar forte, mas, se pararmos para pensar, uma venda é privação de sentido, não é assustador e pode ser muito prazeroso.


“Eu acho que se uma pessoa sabe que dentro desse universo existem coisas simples como amarrar o parceiro na cama e explorar o corpo dele, o uso da venda, do gelo... talvez houvesse um pouco menos de misticismo e de repulsa em torno do sadomasoquismo”, complementa T.














Saturday, 18 February 2012

Conheça alguns desejos secretos das mulheres...

dos mais sutis aos mais picantes...


Sexo sem fantasia é normal, mas será que é bom? Variar de vez em quanto, ainda mais em relacionamentos longos, é mais do que gostoso: é necessário. As mulheres costumam ser mais tímidas do que os homens na hora de revelar seus desejos mais secretos.Quem sabe, você não se anima a tentá-las com a sua parceira.

Dominação
Sem muita violência, B., de 26 anos, diz que gostaria de ser dominada pelo namorado, mas não tem coragem de pedir isso. “Ele é muito certinho na cama. Tenho vergonha de dizer, mas gostaria que ele me amarrasse e me ‘obrigasse’ a fazer o que ele quisesse, mas sem me machucar.”



A três
C., de 28, não tem certeza se colocará em prática essa fantasia, mas morre de vontade. “Talvez com um casinho, não um namorado. Mas o difícil é propor isso a uma pessoa”. Ela explica que quando é um relacionamento sério, tem medo de tocar no assunto e estragar a relação. Quando não é, não tem liberdade para tocar no assunto. “Podia ser com dois homens ou com mais uma mulher. Não tenho coragem de convidar, mas se me propuser, eu topo.”



Traição
Sexo a três é um pouco demais para C., de 33 anos. Mas ela gosta de imaginar-se transando com outro parceiro ou sendo traída. “Fico imaginando eu o traindo ou ele a mim (inclusive diante do outro)”. Mas ela deixa claro que é uma fantasia. “Não quero colocar em prática”. Nem C. entende, mas pensar em traição, para ela, é excitante. “Quando eu desconfio do meu marido ou vejo ele olhando para alguma mulher, fico brava, pois sou ciumenta. Por outro lado, isso me excita. Estranho, não é?”



Muito romantismo
K., de 25 anos, diz que a fantasia perfeita para ela é apenas ser tratada como uma princesa. “Eu adoraria que um homem preparasse um quarto cheio de pétalas de rosas, velas, essências, incensos, foundue de chocolate, vinho e música suave...”, resume. Por mais que pareça simples, ela diz ser difícil de realizar. “Os homens não se preocupam com isso. Meu namorado já acendeu umas velinhas e abriu um vinho, mas, depois, falou que acha isso brega”, reclama.



Na casa de outra pessoa
Sempre que vai a uma festinha na casa de amigos ou comer uma pizza com parentes, L., 31 anos, pensa que seria ótimo invadir um quarto ou o banheiro para uma rapidinha. “Tenho receio de ser pega, por isso nunca rolou. Mas várias vezes eu já deixei o clima esquentar bem nessas situações. Fiquei passando a mão e falando besteiras no ouvido do meu namorado.”



Em público
Uma vez, F., de 29 anos, transou com o namorado no estacionamento de uma boate. “Ninguém estava vendo, mas algumas pessoas passavam e percebiam. Isso me deixou excitada e despertou uma vontade de transar com as pessoas olhando de verdade”. Mas uma casa de swing não é uma boa ideia, segundo ela. “Não quero que ninguém me toque ou no meu namorado. Quero apenas que vejam.”



Com outro
Uma que procura realizar as fantasias que tem é M., de 31 anos. “Sempre falo para o meu namorado de caras que eu acho interessantes. Isso não significa que eu queira outro homem. Sou fiel e não o trairia”, explica. Porém, na hora da transa, ela provoca o namorado falando que fica imaginando se fosse outro naquela situação. “Falo de amigos dele, do porteiro do prédio, um colega de trabalho. Até troco o nome dele... Ele adora e eu também.”



Visite nosso TUMBLR e conheça nossos desejos e fantasias em fotos altamente sexy: