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Saturday, 28 April 2012
Sexualidade feminina: entenda transformações trazidas pela maturidade
Primeiro, elas odeiam os meninos, depois, passam a querer conquistá-los. Aí vem a fase das descobertas, da busca pelo prazer e, finalmente, a maternidade. Com a chegada da menopausa, outra quebra: a mulher passa a ter milhares de questionamentos e, com isso, acaba tendo que reaprender a lidar com sua vida sexual.
Diferentemente dos homens, que não sofrem grandes alterações hormonais ao longo da vida, as mulheres enfrentam mudanças biológicas drásticas com o passar dos anos, o que, fatalmente, impacta sua sexualidade e a forma como lida com o parceiro.
Confira algumas destas transformações e veja também o que os especialistas indicam para que a mulher tenha uma relação saudável com o próprio corpo, em busca do prazer em todas as fases da vida.
Dos 15 a 25 anos: segundo Margareth dos Reis, psicóloga e terapeuta sexual e de casais do instituto H. Ellis, essa é a fase em que a mulher tem mudanças significativas no corpo. "Começa até antes dos 15, quando ela sai de um corpo infantil para um corpo de mulher. É um período de adaptação, que coincide com a fase de descoberta, em que ela vai entender como o corpo responde aos estímulos sexuais."
Ela explica que, como todo início, essa fase é marcada pela adaptação. "Juntos, os parceiros devem buscar como conduzir o outro para terem mais prazer na intimidade", explica.
O sexólogo e ginecologista obstetra do Hospital e maternidade São Luiz, Francisco Carlos Anelo, reforça que essa mudança já começa a partir da primeira menstruação, e lembra que, preferencialmente, a iniciação sexual deve ser marcada pela afetividade. "O mais indicado, neste sentido, é que ela tenha um vínculo com o parceiro, pois isso demonstra respeito pelo próprio corpo."
Ele enfatiza que a mulher que inicia a vida sexual de forma desregrada, corre mais riscos de contrair doenças sexualmente transmissíveis ou engravidar precocemente. Segundo ele, as estatísticas mostram que adolescentes que ficam grávidas cedo tendem a repetir o erro e acabam gerando filhos indesejados.
Dos 25 a 35 anos: de acordo com a observação clínica da terapeuta Margareth, essa é a fase que, de um modo geral, a mulher começa a sentir a necessidade de viver a da maternidade. Além disso, a mulher passa a experimentar novidades em outros aspectos da vida, especialmente no trabalho ou na estrutura familiar - geralmente, quando sai de casa e passa a dividir o teto com outro alguém.
Para Margareth, a palavra de ordem para manter a vida sexual em dia é "administrar o tempo": "ela precisa dar conta de todos os papeis que passa a exercer na vida, e é fundamental que aprenda a preservar um tempo para a intimidade com o parceiro.
Sobre a questão da maternidade, Anelo lembra que o casal pode vivenciar uma redução da atividade sexual em nome das atribuições que um bebê traz à rotina. "O homem tem que entender que, mesmo que a mulher não queira ter relação, ela precisa de carinho, é um momento feliz, pois ela provavelmente está grávida do homem que ama". Ele recomenda que os casais não deixem de namorar nessa fase, ainda que os beijos não evoluam para uma relação sexual, apenas para manter a chama acesa.
Dos 35 a 45 anos: é nessa fase que começa a queda lenta e gradual dos níveis de hormônios sexuais femininos, que culmina com o fim do ciclo menstrual, cessando a capacidade de reprodução. "A partir dos 40 anos, ela já não ovula com intensidade e tem a diminuição dos hormônios, o que faz com ela possa ter uma perda grande da libido", explica Anelo.
As transformações do corpo também começam a ficar mais evidentes: "começam as primeiras rugas, cabelos brancos", lembra Margareth. "Ela tem que aprender a enxergar que isso não tira o seu poder de sedução, que ela pode sim fazer com que seu corpo responda de forma sensual ao seu parceiro", reforça.
A especialista indica também que a mulher busque orientação psicológica para que consiga vencer todos os novos desafios que a idade impõe, atravessando essa fase de mudanças da maneira mais confortável possível.
Dos 45 a 55 anos: o início da menopausa varia muito de mulher para mulher, mas Margareth afirma que o período de maior incidência é entre os 48 e 52 anos. Calores, alterações hormonais e um longo período de questionamento psicológico se iniciam. "Muitas mulheres sofrem, pois relacionam isso à uma perda de um símbolo relacionado ao feminino - a capacidade de se reproduzir, quando na verdade ela pode enxergar isso como uma fase de maior liberdade", observa.
Ela acredita que as mudanças só podem comprometer a sexualidade feminina quando a mulher deixa de buscar orientação, seja de ordem física ou emocional.
Anelo explica que, com a chegada da última menstruação, a mulher sofre um luto, ou seja, uma perda que deve ser trabalhada. "Ela percebe que está envelhecendo", pontua. A dica, neste sentido, é buscar reacender o calor sexual por meio do carinho. "Muitas vezes o casal não tem tempo para se beijar, e, com isso, diminui a freqüência sexual. O toque é importante em qualquer faixa etária, então, o casal tem que tentar resgatar esse vínculo de afetividade."
A partir dos 55 anos: enquanto a menopausa traz certos incômodos no aspecto sexual da mulher, como a perda da lubrificação, dores e desconforto, a maturidade também traz coisas boas. "Com o passar do tempo, a tendência é que a mulher aprenda a chegar à sensação de prazer mais rapidamente", afirma Margareth.
Anelo lembra também que, com o passar dos anos, a mulher passa a ter um entendimento maior do próprio corpo: "o que faz com que ela passe a direcionar o toque e o carinho do parceiro com mais facilidade."
O especialista acredita que a vida sexual pode ser prolongada por muitos anos, contrariando quem acha que sexo é só para os jovens. "A própria mídia reforça este conceito de que a não existe vida sexual na velhice".
Ele afirma que é preciso quebrar este paradigma e partir em busca de hábitos saudáveis em nome de uma sexualidade bem resolvida: redução do tabagismo e do álcool e uma dieta rica em cálcio são alguns dos fatores positivos que influenciam essa meta.
Além disso, as atividades físicas são fundamentais. "A atividade aeróbica, como caminhada e hidroginástica, faz com que a mulher perca massa gorda. Já a anaeróbica a ajuda a ganhar massa muscular e combater a osteoporose."
A ideia é que a mulher mantenha o nível de autoestima elevado, outro fator imprescindível para uma vida sexual saudável. "Para nos relacionarmos, é preciso gostar de nós mesmos. A partir do momento em que a mulher passa a gostar do corpo dela, ela vai entender que tem um poder de sedução e terá vontade de se relacionar independentemente da idade."
Wednesday, 15 February 2012
Descubra por que ficamos radiantes depois do sexo
Sexo traz uma felicidade e bem-estar além do normal...
E a sensação de relaxamento? “Normalmente, após um orgasmo, há uma sensação de bem-estar que pode facilitar também o sono. Além disso, sentir-se amado e desejado faz bem à autoestima, melhora o astral e aumenta a autoconfiança. O resultado é mais disposição para enfrentar o dia a dia”, diz a especialista.
Para a psicanalista carioca Regina Navarro Lins, autora do “O Livro de Ouro do Sexo” (Ediouro), o sexo é um constante aprendizado. “As mulheres não são menos orgásticas que os homens; na verdade, elas são fisicamente capazes de ter múltiplos orgasmos, e a maioria das mulheres que se masturba sempre alcança o ápice do prazer.” Mas já que não há diferença entre homens e mulheres, porque eles parecem ter mais sucesso ao finalizar a relação do que as mulheres? Segundo pesquisa feita por Marcia e Lisa Douglas, autoras do livro “Eu Também Quero”, mulheres que praticam sexo com uma parceira atingem o orgasmo 83% das vezes. Portanto, segundo as autoras, o problema pode ser o jeito como os homens abordam as madames e como elas se comportam diante dessa situação.
O cérebro responde
Vários são os estudos que procuram entender o que acontece com o cérebro no momento do orgasmo. “Existe uma região no cérebro, chamada cinza periaquedutal, muito rica em neurônios portadores de endorfinas, que, quando estimulada, aumenta a sensação de prazer. Ao mesmo tempo, a área do cérebro responsável pelo medo e pela ansiedade é desligada durante o orgasmo. Daí explica-se a sensação de entrega e perda de controle nesse momento”, afirma Walkiria.
Depois vem a sensação de relaxamento, que acontece porque as endorfinas descarregadas se espalham pelos músculos e pela corrente sanguínea, dando maior sensação de prazer e saciedade.
Eles também podem fingir
É o que afirma Regina Navarro Lins em seu livro, com endosso de outro especialista. “Como o orgasmo é uma sensação traduzida no corpo por alguns sinais, como a contração muscular generalizada, e não necessariamente acompanhada de ejaculação, teoricamente, o homem pode fingir, sim”, informa o urologista Celso Gromatzky, de São Paulo.
Walkíria lembra que não se deve confundir prazer com orgasmo. “Prazer é toda sensação agradável que sentimos quando realizamos algo de que gostamos. Podemos sentir prazer em comer, correr, viajar, ouvir uma música e ao fazer sexo. Orgasmo é o ápice do prazer sexual, é uma descarga de energia sexual”, explica.
O orgasmo feminino pode não acontecer em todas as relações e mesmo assim o relacionamento sexual ser satisfatório para a mulher. Preliminares, o jogo de excitação, o prazer de tocar e de ser tocada, tudo se soma e também traz satisfação. “O que pode causar insatisfação e incômodo não é exatamente a falta do orgasmo em uma determinada relação, e sim a preocupação por não tê-lo atingido. É comum que algumas mulheres atinjam o ápice em primeiro lugar com o sexo oral, porém nada deve ser transformado em tabu para não gerar expectativa ou frustração na próxima relação”, ensina a sexóloga.
A prática
Que sexo, quando feito com prazer e segurança, faz bem à saúde todo mundo sabe, mas e na prática? “Aprendi que conhecer meu corpo é o passe livre para que eu tenha cada vez mais uma vida sexual ativa e feliz. Fiz isso no início de minha carreira como stripper de internet, quando eu me masturbava todos os dias em frente ao computador. Pude perceber que esse hábito me fez mudar na cama, aguçando mais ainda a criatividade e fazendo meu orgasmo ser mais rápido e constante”, diz M.L., 32 anos, garota de programa que mora em São Paulo. A profissional atende homens e mulheres e acha que existe uma diferença básica entre os sexos: “Homens são mais diretos, adoram ouvir besteira, uma lingerie sensual e iniciativa. Já minhas clientes buscam gentileza, romantismo e dedicação durante o ato sexual. É completamente diferente.”
15 curiosidades sobre sexo
Veja algumas informações retiradas “O Livro de Ouro do Sexo” (Ediouro):
1 - O clítoris retoma sua posição normal entre 5 e 10 segundos após o orgasmo.
2 - A ejaculação masculina ocorre logo após o início das contrações da próstata.
3 - A vagina recupera rapidamente seu tamanho normal, sendo que a volta à cor normal pode demorar entre 10 e 15 minutos.
4 - Durante o orgasmo, os testículos são puxados firmemente contra o corpo.
5 - O orgasmo masculino pode durar até 20 segundos.
6 - O orgasmo masculino geralmente ocorre simultâneo à ejaculação, embora possam ser independentes.
7 - Durante a excitação, as dobras escrotais do órgão masculino desaparecem.
8 - Durante a relação sexual, os batimentos cardíacos aceleram-se e a pressão arterial sobe.
9 - Durante o ápice da relação, a acuidade visual e auditiva é diminuída.
10 - Na mulher, depois do orgasmo, o útero e o colo uterino descem para as posições de pré-excitação.
11 - Durante o ato os seios femininos aumentam de tamanho
12 - na relação, a cor da parede vaginal torna-se mais escura.
13 - Durante a excitação, os testículos começam a subir
14 - Nessa fase, tanto no homem quanto na mulher aumenta a tensão neuromuscular geral.
15 - Cerca de 25% dos homens têm rubor sexual durante o período de excitação.
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Friday, 30 December 2011
Higiene sexual...
Enquanto o sexo é belo e é sempre bom ter em mente uma série de procedimentos de higiene para ajudar você a prevenir qualquer doença. Isto ajuda, especialmente quando não se tem um parceiro fixo.
Muitos especialistas na área dizem que é muito importante que a sexualidade e higiene andem de mãos dadas.
No caso do sexo oral também pode ser disseminador de doenças. Atualmente a infecção do vírus do papiloma (HPV) não causa apenas câncer cervical em mulheres, mas também de câncer na garganta em humanos.
Como recomendação, faça sempre uma boa higiene bucal e genital, principalmente após o sexo oral lave sua boca e depois de um sexo desenfreado, um gostoso e revigorante banho.
Thursday, 24 November 2011
Tudo o que você sempre quis saber....
sobre o pênis e nunca teve coragem de perguntar...
1. O pênis circuncidado faz diferença ao prazer do homem?
Sim. O operado de fimose pode ter mais sensibilidade à dor, mas também maior intensidade de sensações prazerosas, elevando assim o orgasmo. Para quem não sabe, a circuncisão é uma pequena intervenção cirúrgica que retira parte da pele que cobre a glande do pênis. Uma pesquisa realizada na África comprovou que os homens “sem pele” têm menos chance de contrair DST´s e HPV, mas nem por isso o uso do preservativo é dispensável.
2. Qual a parte do pênis é mais prazerosa ao toque? Como estimular?
É a região que fica logo abaixo da glande, que é conhecida como “cabeça" do pênis. Experimente preparar um ambiente envolvente e brinque com o corpo dele. Passe um pouco de lubrificante térmico com sabor em todo pênis, espalhe o produto apenas com as pontas dos dedos e assopre para que ele aqueça. Corra com a língua e os lábios por toda a extensão e faça uma leve pressão de vez em quando.
3. O que é mais importante para a mulher sentir prazer, comprimento ou espessura?
Normalmente, nenhum dos dois. Obviamente que os extremos são sempre prejudiciais - não dá pra ser grande demais, pequeno demais, grosso em exagero ou muito fino -, contudo, o prazer está mais ligado à sintonia entre o casal e preliminares. Não adianta ele ter um pênis enorme e não se preocupar com o prazer da mulher.
4. Por que alguns homens não conseguem manter a ereção mesmo sentindo desejo?
São múltiplas razões. Pode ser problema físico ou psicológico, medicamentos, doenças crônicas. Uma lesão de artéria por diabetes, infarto, derrame, remédios hipertensão, arritmia. Também problemas financeiros, familiares, no emprego, desgaste no relacionamento, stress, tabagismo, alcoolismo, cobrança. A adrenalina é inimiga da ereção.
5. Se os homens sentem tanta dor na bolsa testicular, como posso acariciá-la?
O escroto é uma região muito sensível, mas extremamente erógena, assim como os seios da mulher. Mas existe muita diferença entre fazer carinho e apertar, qualquer coisa mais agressiva vai doer mesmo, tem que ser suave.
Lubrifique bem os testículos e passe a mão suavemente em movimentos de “vai e vem”, use os dedos para fazer carinho. Pode dar apertadinhas de leve, tocar um testículo de cada vez e brincar com a boca. O escroto é tão sensível que o homem pode chegar ao orgasmo apenas com carícias nessa parte.
6. Qual o tamanho normal do pênis? Existe uma média no Brasil?
A média está entre 12 centímetros e 15 centímetros em estado ereto. O tamanho depende de diversos fatores, como raça e tamanho da pessoa. Com relação ao que é “normal” ou não, podemos considerar que abaixo de 6 centímetros em estado ereto pode ser considerado um problema, dependendo do entendimento da pessoa. Contudo, mesmo assim é possível proporcionar prazer à mulher, isso porque a zona de prazer fica na entrada da vagina.
7. Meu pênis é torto. É um problema que pode ser tratado? Interfere na vida sexual?
Nunca o pênis é absolutamente reto e a curvatura pode ou não ser um problema, isso depende do grau, da direção, se existe a presença de dor ou a impossibilidade de penetração. A curvatura, conhecida como doença de Peyronie, pode ser congênita - que se manifesta desde o nascimento -, ou adquirida ao longo do tempo. Tem casos complexos, existe pênis com mais de 90º de curvatura para o lado ou espiral. O tratamento é cirúrgico e, às vezes, é necessário utilizar enxerto.
8. Pênis quebra? O que fazer nesses casos?
Quebra. Existe fratura de pênis. Ocorre normalmente durante a relação e o quadro clínico é o barulho, seguido de dor súbita e hematoma. Geralmente acontece quando a mulher está por cima durante a transa. O indicado é ir direto para um hospital e procurar um urologista para realizar a cirurgia corretiva.
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