Thursday, 5 April 2012

Tudo o que você gostaria de saber sobre orgasmo...


Microorgasmo, orgasmo múltiplo e mais....



Você sabe o que é um microorgasmo? E quanto ao orgasmo múltiplo, seria possível estimular essa maravilha? A falta de informação está entre os fatores que mais atrapalham a vida sexual e o prazer. Para responder as principais dúvidas de leitoras e leitores conversamos com as especialistas Maria Cristina Romualdo Galati, psicóloga e terapeuta sexual do Hospital São Paulo e do Instituto Kaplan, e Arlete Maria Girello Tavares Gavranic, educadora sexual e coordenadora do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (ISEXP).





A plenitude sexual das mulheres acontece entre 30 e 45 anos
Qual posição sexual é a mais indicada para que eu ajude minha namorada a conseguir orgasmos múltiplos?
Isso é complicado porque nem todas as mulheres conseguem ter orgasmos múltiplos, também não é uma questão de posição. É ilusão achar que as mulheres conseguirão orgasmos múltiplos com muita frequência. Muitas delas, mesmo com uma vida sexual legal e ativa, relatam que tiveram entre três e quatro orgasmos deste tipo durante toda a vida. Contudo, independente de orgasmos sequenciais, é enorme o número de mulheres que alcançam o prazer com a famosa “cavalgada”, por cima do homem. Nessa posição é possível que ela tenha o controle da força e do movimento de penetração e, além disso, há uma grande fricção dos órgãos genitais dos dois.



Existe algum remédio que melhore o desejo e facilite o orgasmo da mulher?
Nos últimos dez anos, esse assunto tem sido intensamente estudado, mas ainda há muita especulação. Diversos médicos têm trabalhado com a estimulação do desejo por meio da testosterona, que é o principal hormônio masculino – em forma de gel, por exemplo, deve ser aplicado na região da vagina. Mas esse recurso deve ser usado com extremo cuidado e acompanhamento. A testosterona pode produzir alterações no corpo feminino que nem sempre serão benéficas. A reposição hormonal também pode ajudar na estimulação do desejo. Já em relação ao orgasmo, não existe no mercado nenhum remédio que o facilite.



A mulher que goza gritando tem mais prazer do que a mulher que fica mais quieta durante o orgasmo?
Gritar não é referência de prazer, não há associação entre uma coisa e outra. Essa ideia equivocada é muito influenciada pelo cinema e pelos filmes eróticos, nos quais a mulher grita, sobe pelas paredes e faz caras e bocas. A quietinha pode ter um orgasmo muito prazeroso e intenso, já a mais escandalosa pode não ter a mesma sensação. Sentir é uma coisa, expressar é outra. A forma de expressão pode estar distorcida pelos nossos valores culturais.



Tomar vinho, cerveja ou outra bebida alcoólica antes de transar ajuda ou atrapalha o orgasmo da mulher e do homem?
Depende da quantidade e de como cada corpo reage. O que se sabe é que o álcool, num primeiro momento, intensifica a percepção, deixando a pessoa mais atenta e sensível. Porém, num segundo momento, ele pode causar depressão e moleza. O difícil é achar o equilíbrio. Desde que consumido socialmente e com moderação, o álcool desinibe e diminui a tensão. Por outro lado, quem bebe demais tende a acabar a noite na cama, mas só para dormir.



Quero proporcionar um orgasmo vaginal para a minha mulher – ela diz que só tem clitoriano. Como eu faço?
Orgasmo é orgasmo. Esse mito persiste – principalmente na cabeça dos homens – porque Freud falou que as mulheres mais maduras teriam orgasmos vaginais. Mas isso foi há 120 anos. O orgasmo acontece basicamente pela estimulação da enervação da região do clitóris. É um grande engano achar que a sua parceira vai ter um orgasmo por causa da penetração. O orgasmo acontece porque a relação foi boa suficiente para excitar homem e mulher nos seus genitais e erotismo. Não fique preocupado com essa diferença, isso tira o foco do mais importante, que é curtir o prazer a dois.



Por que dizem que gozar faz bem pra pele?
Quando alguém está se excitando, o corpo vai acelerando, os batimentos cardíacos aumentam e circulação também, a pele fica mais ruborizada e cheia de vida. É como se você desse uma “chacoalhada” no corpo. Além disso, muitas substâncias são liberadas e neurotransmissoras ativados durante o orgasmo. Dessa forma, vários fatores contribuem para a “cara boa” no dia seguinte.



O orgasmo muda no decorrer da vida ou ele é sempre igual em todas as idades?
A plenitude sexual das mulheres acontece entre 30 e 45 anos. Com o avançar do tempo, algumas mudanças estruturais com a queda hormonal podem interferir na lubrificação da vagina, na própria questão do desejo e consequentemente no orgasmo. Então, se houver indicação médica, o recomendado é a reposição hormonal. Homens e mulheres na terceira idade costumam demorar mais a chegar o orgasmo, que também será menos intenso. Ambos vão necessitar de mais estímulo.




Algumas mulheres nunca sentirão o chamado orgasmo total. Elas terão picos prazerosos de pouca intensidade, que algumas pessoas chamam de microorgasmo. Os que muitas mulheres relatam é que sentem flashes rápidos de sensações prazerosas. Se a gente pensar que o orgasmo mais intenso tem de três a sete segundos, o microorgasmo pode ter dois segundos. Cientificamente, ainda não há clareza sobre essa diferença entre orgasmos.

O orgasmo feminino ajuda ou atrapalha a fecundação do espermatozoide?
Ajuda. Durante as contrações provocadas pelo orgasmo, a vagina se distende e forma o chamado “lago de espermatozoides”, numa espécie de conchinha que fica no final da vagina e começo do útero; nesse local o sêmen se acumula. Com as contrações, o útero faz uma sucção do esperma. Então, essas contrações, dependendo da intensidade, podem facilitar a chegada do sêmen nas trompas, onde ocorre a fecundação dos óvulos. Pensando no sexo apenas do ponto de vista biológico, podemos dizer que o orgasmo tem a função de facilitar a fecundação quando a mulher está fértil. E obviamente também é possível engravidar sem ter um orgasmo!









Wednesday, 4 April 2012

Depilação melhora a autoestima sexual

Qual o seu estilo?





Mulheres que fazem remoção total ou parcial de pelos da região íntima apresentam mais confiança e satisfação na cama


Menos pelos, mais segurança na cama
As adeptas da depilação total ou parcial dos pelos pubianos têm uma vida sexual mais satisfatória do que as que optam pelo visual natural na região íntima. Esse é o indicativo de uma pesquisa conjunta da Universidade de Indiana e do Instituto Kinsey com 2.451 americanas. Ainda de acordo com os dados, 60% das mulheres jovens – entre 18 e 24 anos – optam pela remoção total dos pelos com frequência.



No mês anterior ao levantamento, 58,7% das pesquisadas não depiladas relataram ter recebido sexo oral. Já entre as que fizeram a remoção parcial, o índice subiu para 70,8%. As adeptas da depilação total se deram melhor ainda: 81,6% ganharam carinho com a boca de seus parceiros durante o período. Outras evidências apontadas foram: as depiladas são mais confiantes na cama e reportam mais satisfação sexual.



Os pesquisadores apontam que esse novo padrão na aparência vaginal é influenciado por diversos fatores. A presença constante de atrizes depiladas nos filmes eróticos é um deles. Outro é a mudança na modelagem das lingeries, que ao longo das últimas décadas foram ficando mais cavadas e se tornando inadequadas para o look “floresta” – propagado fielmente pela a atriz Claudia Ohana na revista Playboy de 1985.



Aliás, as celebridades também têm seu papel na tendência “carequinha”. Um exemplo disso é a modelo Kim Kardashian, estrela de um reality show sobre a sua família na TV americana, que provocou burburinho ao declarar: “Mulheres não devem ter pelos em nenhum lugar além da cabeça”.



Pelos: remoção total – ou quase – já é padrão entre as mais jovens
Mas a influência forte desta onda nos Estados Unidos é mesmo verde-amarela. Na década de 90, as depiladoras brasileiras começaram a fazer sucesso naquele país com o “brazilian wax”, técnica que remove completamente os pelos pubianos deixando apenas uma pequena faixa decorativa na região frontal. A moda até virou tema de um episódio da série “Sex and The City”, em 2000, quando a protagonista Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker) se rende ao estilo, digamos, minimalista.





Ryan mostra os tipos de depilação
Proprietária do Reny's Skin Care, na Califórnia, a depiladora brasileira Reny Ryan diz que o “brazilian wax” faz sucesso porque melhora a autoestima sexual e o prazer durante o sexo oral. “Antes do aparecimento da depilação brasileira nos Estados Unidos, as gringas só abriam as pernas para duas pessoas: o parceiro e o ginecologista”, conta. Por lá, a depilação íntima completa chega a custar mais de R$ 100. No Brasil o serviço sai bem mais em conta. Nos centros estéticos do Rio de Janeiro e São Paulo o custo fica numa média de R$30.



Mas nem todo mundo está disposto a pagar esse ou qualquer outro preço para aderir à moda, pelo contrário. Em dezembro do ano passado, um grupo de feministas em Londres liderou até um protesto, a “Muff March”, contra essa nova estética. Com pequenas perucas que simulavam pelos pubianos sobre as calças, as participantes da “Marcha das Peludinhas” pediam nos cartazes: “Deixem nossos pelos em paz”.









Tuesday, 3 April 2012

El buen cornudo

Y a todo esto, ¿qué es ser un buen cornudo? Creo que la respuesta radica en el saberse cornudo y disfrutarlo:


El buen cornudo debe ayudar a vestir apropiadamente a su esposita para la ocasión:


Algunas prendas sugeridas:


El buen cornudo debe exhibirla, llevarla a lugares donde muchos machos puedan verla, apreciar su belleza y desearla...



Acompañarla al lugar donde le procurarán una buena polla para su deleite:




... tomarla de la mano amorosamente mienntras disfruta y la disfrutan:



 Mirarla amorosamente mientras disfruta de otra polla, que sienta que nuestra mirada es de aprobación, de admiración y ningún reproche:


El buen cornudo debe asegurarse que el corneador reciba las instrucciones apropiadas:


El buen cornudo debe aprender de su corneador:


... y procurarle muchos amantes:


Y por último, si ella queda embarazada, debemos acompañarla en el embarazo pues es producto del amor que ella nos demuestra al procurarnos nuestros tan apreciados cuernos...

Y ahora las reflexiones... ¿qué has hecho tú por ser un buen cornudo? Yo le he conseguido amantes a mi esposa, la he preparado para la ocasión depilándola, vistiéndola, etc, la he acompañado a que se la follen y la he tomado de la mano y besado mientras se la estaban cachando... me aseguré que el corneador supiera que tenía total autorización para follarla, le alcanzaba los condones y cremita lubricante... no soy un excelente cornudo, pero creo que soy un buen cornudo.

¿y tú?

Cinco dicas para fazer sexo oral nele

Além das carícias com a boca é preciso estimular a visão e fantasias




1. Dança de mãos e boca
A região mais sensível do pênis é a glande, a ponta superior do membro. “Qualquer estímulo delicado feito nessa área vai fazer o homem ter prazer”, diz a consultora Fernanda Pauliv, que ministra o curso “Intimidades”, no espaço Joanah Pink Centro Integrado da Mulher. Combinar o uso das mãos com a boca nessa região também traz um bom resultado. “Dessa forma, a mulher pode massagear todo o pênis com as mãos enquanto estimula a glande com a boca”. Mas atenção: jamais use os dentes, essa região é muito sensível.



2. Deixe que ele veja tudo
O mais importante é que ele possa ver toda a performance. “Para o homem, o fato de observar a mulher fazendo sexo oral nele é mais relevante que uma posição específica”, diz o urologista e terapeuta sexual Celso Marza. “Eles têm uma sensação de poder e dominação. É como se fosse uma conquista”, explica. E anote: investir numa lingerie sexy vai fazer toda diferença na cena.



3. Estimule diferentes sensações
Acessórios também estimulam o prazer do homem. “Um gel com aquecimento combinado com uma bebida gelada frisante ajuda muito”, indica a consultora Andreia Berté, que ministra a palestra “Como Enlouquecer um Homem na Cama”. “Passe o gel no pênis e massageie para fazer o aquecimento. Na sequência tome um gole da bebida, segure na boca e desça pelo pênis”. Segundo a especialista, essa brincadeira de alternar a sensação térmica é muito prazerosa.


4. Acerte o ritmo
A pressão e a velocidade dos movimentos também são importantes. Muito lento não estimula o suficiente, muito rápido pode gerar excesso de estimulo, o que também não é bom. “O ideal é encontrar um meio termo e manter o ritmo. Esse ponto pode ser encontrado por observação”, explica Luciana Keller, proprietária da Constantine Boutique, loja especializada em sedução. À medida que for fazendo os movimentos com a boca, preste atenção nas reações do parceiro. Elas indicarão se você está no caminho certo.



5. Desbrave novas regiões
Explorar outras regiões também pode ser bem estimulante para o homem. “Massagear os testículos com as mãos enquanto estimula o pênis com a boca ou até mesmo acariciá-los com a língua e lábios pode gerar muito prazer”, indica Luciana Keller. A virilha e o períneo também são zonas erógenas para os homens. Mas sempre observando se o parceiro fica à vontade com estímulos e carícias nessas regiões.











Monday, 2 April 2012

Nova geração assimila sexo oral no repertório sexual...

Caindo de boca nessa importante assunto...




Embora estejam mais à vontade para praticar sexo oral, mulheres jovens ainda sentem dificuldade em cobrar o uso de preservativo

De acordo com uma pesquisa divulgada recentemente pela Universidade de Alberta, no Canadá, e publicada na revista médica Jornal Europeu de Contracepção e Saúde Reprodutiva, a postura das pessoas com relação ao sexo oral está mudando, e isso pode ser notado na faixa mais jovem da população. A pesquisadora Brea Malacad, autora do estudo, acredita que além de ter sido incluído de forma mais generalizada no repertório sexual feminino, a forma como ele é visto mudou também. A modalidade passou de obrigação para agradar ao parceiro e uma prática pouco prazerosa a uma escolha feminina. “Com mais consciência da própria sexualidade, a mulher deixa de achar sexo oral nojento, entre outros preconceitos”, afirma a psicóloga Tatiana Presser, especializada em sexo e educação sexual.



Participaram da pesquisa canadense 181 mulheres entre 18 e 25 anos. “No meu estudo, todas as mulheres que haviam tido relações sexuais também fizeram sexo oral”, diz Malacad. Entre os dados coletados, uma curiosidade: metade das participantes respondeu que via sexo oral como algo menos íntimo do que penetração. Para 41%, no entanto, a prática é tão íntima quanto. Os 9% restantes classificaram o sexo oral como “mais íntimo do que penetração”.

A resposta emocional ao sexo oral foi outro ponto surpreendente da pesquisa. “Tanto a penetração quanto sexo oral foram associados com emoções mais positivas de modo geral, o que sugere que a maior parte das jovens mulheres estão praticando porque realmente gostam”, disse Malacad à publicação europeia. Cerca de 30% das participantes relataram que a felação as fez se sentirem poderosas. “Aparentemente algumas mulheres acreditam que seja um ato que dá poder”, completou.



Para Presser, é como se a mulher estivesse “descobrindo” a existência do pênis. “Com mais conscientização sobre a sua sexualidade, a mulher passa a encarar o sexo como um direito ao prazer. Isso inclui o ‘amor pelo pênis’”, afirma.


Falta de proteção
A má notícia veio sobre a desinformação sobre os riscos do sexo oral desprotegido. A ausência de preservativos durante o sexo oral foi constatada entre 82% das adolescentes. Contudo, apenas 7% abriram mão dele durante a penetração. “É como se não passasse pela cabeça delas se proteger ao fazer sexo oral”, diz Malacad, que é professora de educação sexual na Faculdade de Educação da Universidade de Alberta. “O risco de pegar uma doença é menor do que no sexo vaginal ou anal, mas existe”, diz Presser. “A mulher, para não ser a vilã da história, fica desconfortável ao pedir o sexo oral com camisinha”, afirma. De quebra, na penetração, há a justificativa de pedir ao parceiro que use camisinha para como método anticoncepcional.













Sunday, 1 April 2012

Qual o seu tipo de libido?


Terapeuta afirma que existem dez tipos de libido




A forma de querer e lidar com o sexo não é igual para todos
Para a psicóloga australiana Sandra Pertot, muitos desencontros sexuais acontecem por um motivo simples: achamos que o outro percebe o sexo da mesma forma que nós. “Mas como em todos os outros aspectos da vida humana, as habilidades sexuais também são variáveis”, diz. A especialista em libido explica que não existe uma única forma de lidar com o desejo, mas dez. No entanto, segundo ela, atualmente as pessoas são classificadas equivocadamente de duas maneiras apenas: as supostamente “normais”, que querem sexo com frequência e o praticam com certa variedade, e as “anormais”, caracterizadas pelo desinteresse sexual e pouco empenho erótico.



Autora do livro “Os Dez Tipos de Libido” (Editora Ideia e Ação), Sandra falou ao Delas sobre cada perfil específico. O objetivo é oferecer ferramentas para o autoconhecimento. “Desta forma, podemos identificar nossas próprias necessidades”, conta sobre o trabalho desenvolvido com base em pesquisas acadêmicas e 30 anos de vivência em consultório. De sensual a compulsivo, a especialista explica os dez tipos de libido. É possível que a pessoa apresente apenas uma delas ou duas combinadas.

1. Libido Sensual: o sexo para esse tipo é uma forma de expressar o vínculo emocional com o parceiro. O foco não está no que se faz na cama, no tipo de fantasia ou na intensidade, mas no nível de intimidade e cumplicidade do casal. Para essa pessoa, o ato sexual não acontece satisfatoriamente se for baseado apenas no desejo físico. O que importa aqui é o olho no olho e o carinho.



2. Libido Erótica: para este tipo, o sexo é a parte mais importante do relacionamento a dois, a melhor forma de demonstrar amor. As relações sexuais têm que ser em alta voltagem e cheias de intensidade. As carícias mais ousadas são apreciadas. Relações mornas e com pouco erotismo são desestimulantes para quem tem a libido erótica.



3. Libido Dependente: o sexo nesse caso é usado para aliviar as tensões da vida cotidiana, proporcionando uma sensação de calma e bem-estar. A falta dele provoca um efeito proporcionalmente contrário, como irritação e inquietação na relação a dois. Esse tipo costuma interpretar a recusa de sexo como falta de amor.



4. Libido Reativa: o comportamento deste tipo é caracterizado muito mais pela sensação de dar prazer do que sentir. Para se excitar, essa pessoa precisa ver o outro excitado. Mais que isso, a satisfação do(a) parceiro(a) é capaz de gerar uma sensação de poder e alimentar o sentimento de competência sexual. A relação esfria quando o(a) parceiro (a) não emite sinais claros de que o sexo está sendo prazeroso.



5. Libido "Por Direito": independente do desejo do(a) parceiro (a), esse tipo acredita que estar num relacionamento lhe dá garantias de ter sexo a qualquer hora. Para essa pessoa, não importa que a vida sexual não seja muito variada ou criativa, o importante é que a sua iniciativa de ir para cama não seja recusada.



6. Libido Viciosa: pessoas com a libido viciosa têm dificuldade em resistir aos apelos sexuais externos, mesmo quando estão em relacionamentos estáveis. Com um comportamento similar aos viciados em drogas, esses indivíduos são controlados por seus impulsos e necessidades.


7. Libido Estressada: o sexo aqui é motivo de tensão e estresse. Os indivíduos frequentemente convivem com a sensação de que estão sendo incompetentes no relacionamento sexual com o(a) parceiro(a). Muitos evitam as situações sexuais por causa do medo de falhar ou “não dar conta do recado”.



8. Libido Desinteressada: o pouco interesse sexual é o que caracteriza este tipo. Essa condição pode ser um traço natural da pessoa ou disparada por consequência de fatos de sua vida. O sexo não é visto como algo fundamental para o relacionamento a dois. No entanto, esses indivíduos são capazes de atender aos apelos sexuais dos parceiros como obrigação para manter a relação.



9. Libido Desconectada: essas pessoas até sentem desejo, mas estão preocupadas demais com os outros aspectos da vida, como trabalho e filhos, para procurar o(a) parceiro (a) para o sexo. Costumam optar pela masturbação como forma mais prática de obter alívio sexual, evitando o “trabalhão” que uma noite de sexo pode dar. Para as mulheres, fingir prazer para acabar logo com o “problema” é frequente, mas vez ou outra curtem a transa plenamente.



10. Libido Compulsiva: o indivíduo costuma ser muito dependente de algum ritual sexual específico, manifestado de duas formas: a primeira com o desejo relacionado a objetos como sapatos ou roupa de couro, por exemplo, e a segunda identificada com situações como observar pessoas na intimidade ou exibir os genitais em público. Quando esses ritos não podem se realizados, essas pessoas costumam ter o
apetite sexual esvaziado.