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Wednesday, 4 July 2012

Vagina envelhece? Entenda causas e consequências do problema



Atrofia, ressecamento e afinamento da mucosa são consequências do envelhecimento vaginal




Dizem que o tempo é cruel. Afinal de contas, ele passa para todas as pessoas e traz consequências que são sentidas no físico e até no emocional. A passagem dos anos marca o corpo de maneira singular, vincando a pele que era viçosa e transformando os cabelos negros em fios grisalhos. Mas outras partes do nosso organismo também sofrem com o envelhecimento e nem todo mundo se dá conta disso. A vagina, por exemplo, sofre diversas alterações físicas e fisiológicas que interferem nas saúdes sexual e urológica.

Vagina atrofiada


Uma das principais ocorrências que o tempo traz para as mulheres é a menopausa, época em que cessa a produção de hormônios no organismo. E é justamente a falta do hormônio estrógeno que causa diversas mudanças na vida sexual e na vagina. Débora Pádua, fisioterapeuta uroginecológica da Clínica Dr. José Bento, da capital paulista, contou que a queda hormonal altera a espessura do canal vaginal, tornando-o mais fino e causando fissuras durante a penetração, o que causa muito incômodo durante o ato sexual. "O desconforto é sentido pelo casal, tanto pelo homem quanto pela mulher e muitas têm preconceito em usar lubrificantes e querem até desistir do sexo por causa da dor", contou.



Maria Luiza Mendes Nazar, ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, da capital paulista, disse que o ressecamento e a perda da capacidade de se contrair também são consequências que surgem da redução hormonal. "Assim como a pele envelhece, por falta dos hormônios a vagina sofre uma atrofia. O ressecamento é mais sentido durante o ato sexual, mas mulheres que não tem uma vida sexual ativa reclamam de uma coceirinha, como se a pele estivesse ressecada mesmo", contou.



Embora a palavra atrofia seja bastante forte, o problema pode ser tratado e as mulheres que têm dúvidas se a vagina está atrofiada ou não pode consultar o ginecologista para conferir o problema. Segundo Maria Luiza, o exame de Papanicolau, que é recomendado uma vez ao ano para todas as mulheres, em idade fértil ou não, costuma acusar o problema. "Muitas mulheres sentem também que a vagina está mais curta", contou a ginecologista.

Perda urinária


O envelhecimento vaginal prejudica consideravelmente a vida sexual, mas não apenas ela. Outra consequência da passagem dos anos nas partes íntimas é o afinamento da mucosa, que fica menos resistente, e o encurtamento da uretra. "Muitas pacientes chegam ao consultório se queixando de perda de urina em atividades simples, como espirrar ou tossir", contou Maria Luiza. Essa perda urinária não está relacionada às perdas anatômicas ou à quantidade de partos normais pela qual passou a paciente. É, sim, um distúrbio fisiológico e que tem tratamento.



"Elas não precisam sofrer com o problema. Se houver a queixa da perda urinária e o Papanicolau acusar a atrofia vaginal, a primeira coisa a ser feita é contestar seu médico sobre a possibilidade de usar cremes vaginais com hormônios, que costumam solucionar o problema", falou Maria Luiza.

Malhação "nas partes"


Além dos cremes hormonais e o uso de lubrificantes aquosos durante o ato sexual, um dos tratamentos que podem ajudar significativamente o tratamento do envelhecimento vaginal é a fisioterapia uroginecológica. "Por meio de exercícios perineais, conseguimos estimular as glândulas de Bartholin, que são responsáveis pela lubrificação vaginal, para melhorar o ressecamento e exercícios para evitar a atrofia", contou Débora, que é também autora do livro Prazer em conhecer: você acha que sabe tudo sobre sexo?.



Os exercícios praticados durante a fisioterapia não têm contraindicação e podem ser praticados por mulheres de todas as idades, em especial aquelas com vida sexual ativa. Segundo a fisioterapeuta da Clínica Dr. José Bento, tais exercícios seriam os mesmos do pompoarismo, sendo que este é aplicado durante o ato sexual. "A partir dos 40 anos, as mulheres perdem fibras musculares e, com isso, há a queixa de frouxidão vaginal por causa da musculatura que fica flácida, comprometendo o prazer", contou a fisioterapeuta, que explicou que os prolapsos, que são relatados como "quedas" da bexiga, útero e intestino também podem se tornar mais frequentes por causa da flacidez dos músculos vaginais. "Não dói. Muitas mulheres reclamam de um peso no pé da barriga e se ela não se olha, só descobre o problema quando o órgão está visível, quando sai e aí precisa fazer cirurgia para corrigir o problema."



A resposta ao exercício físico varia de acordo com a idade e as atividades são feitas especificamente para o períneo e o canal vaginal. "Ninguém vai saber que ela está fazendo o exercício. Para quem nunca tentou, pode aprender prendendo o jato de urina, mas depois que estiver craque, não deve mais interromper a urina, apenas fazer a contração. Com isso, melhora-se muito a atrofia vaginal, a musculatura do canal vaginal e até a lubrificação", concluiu Débora.





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Saturday, 26 May 2012

Lubrificação: como deixar o sexo mais gostoso



Especialistas revelam por que a quantidade certa de lubrificação deixa o sexo ainda mais fantástico

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Quando você acelera as preliminares, não chega totalmente excitada ao evento principal.

No sexo, leve ao pé da letra o princípio "A virtude está no meio": falta ou excesso de umidade podem fazer sua noite fracassar. "Quando a mulher apresenta excitação sexual adequada, a lubrificação vaginal chega a seu máximo e favorece a penetração", afirma o ginecologista Edílson Ogeda. Assim, a transa rola sem desconforto ou dor, o que só faz seu prazer aumentar. Vale saber que a lubrificação é diferente em cada mulher. Se na hora H você percebe estar seca, não se preocupe além da conta. Basta descobrir quais são as razões e as soluções para que o sexo volte a ser muito mais suave.

Cadê a lubrificação?

Cerca de um terço das mulheres jovens afirma sentir falta de lubrificação, de acordo com pesquisadores da Universidade de Indiana, nos EUA. Às vezes, a culpada é a pressa. Quando você acelera as preliminares, não chega totalmente excitada ao evento principal. Péssima jogada: "Na ausência da secreção, a penetração torna-se difícil e dolorosa", diz a ginecologista Elisabete Dobao, do Rio de Janeiro. E, pior, contribui para infecções causadas por fungos. Se o seu parceiro é do tipo que vai direto para o vamos ver, peça mais brincadeiras. Ou, melhor ainda, conte a ele que é mais vantajoso se você chegar lá primeiro. Depois do primeiro orgasmo com masturbação, sexo oral ou um acessório, as chances de você ter uma boa lubrificação para o segundo round são maiores.

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Não arranque os cabelos

Outros fatores levam ao ressecamento, como o stress. "Estar de bem com a vida tem uma influência positiva sobre a libido", diz Ogeda. "Com ela em alta, a lubrificação vaginal é mais adequada." Anticoncepcionais com pouco estrógeno, infecções fúngicas não diagnosticadas, amamentação, menopausa e alguns medicamentos (anti-histamínicos e antidepressivos) são outras causas.

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Sexo mais molhado

Mesmo que você não tenha problemas, os lubrificantes podem melhorar o sexo. Segundo outro estudo da Universidade de Indiana, mulheres que utilizaram o gel durante o ato relataram níveis significativamente mais altos de satisfação e prazer em comparação com aquelas que não usaram. Sexo mais confortável, você sabe, tende a ser mais quente.

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Faça a escolha certa

Nas farmácias e sex shops, há lubrificantes feitos de silicone, água, petróleo e óleo. A melhor aposta, em geral, são os à base de água: seguros junto da camisinha, fáceis de limpar e sem deixar manchas nos lençóis. Ainda assim, os especialistas sugerem testar os produtos para checar se não causam alergia. Quem usa camisinha deve ficar longe de produtos de petróleo ou óleo, que podem destruir o látex. Já mulheres propensas a infecções fúngicas precisam procurar uma opção sem glicerina, que contém açúcares e promove o crescimento dos fungos.

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Monday, 21 May 2012

Vaginismo...



O nome pode parecer estranho, mas para quem sofre com ele, pode ser um verdadeiro tormento….




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Para quem não tem idéia do que isso significa, o Vaginismo é uma contração involuntária, tipo um reflexo que não dá para controlar, da musculatura vaginal que ocorre antes ou durante a tentativa de penetração do pênis. Dependendo da severidade do problema, essa contração pode ser tão intensa a ponto da mulher trancar tudo mesmo e não passar nem pensamento por ali, quanto mais um pênis…

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Pelo que se sabe, o principal estímulo para disparar esta reação é o medo que a mulher tem da dor da penetração. Este medo pode ser real, principalmente se existe alguma causa como, por exemplo, uma infecção vaginal, alergias ou alterações na anatomia. Também pode estar relacionada, de forma consciente ou inconsciente, a lembranças de experiências sexuais passadas traumáticas, como ter sofrido um abuso ou até mesmo violência sexual. Educação sexual repressora, religiosidade extrema, falta de informação sobre o que é o ato sexual e de conhecimento do próprio corpo também pode causar medo e estresse na hora H, podendo levar ao vaginismo.

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 Mesmo não conseguindo permitir a penetração vaginal, essas mulheres podem ter sim, uma relação sexual prazerosa. Muitas conseguem chegar ao orgasmo através de carícias e de sexo oral, sem haver penetração. Algumas podem até permitir a penetração do pênis, mas geralmente não conseguem ir até o final, pois sentem muita dor e aí todo o clima de romance vai por água abaixo! O problema é que na maior parte dos casos essa situação traz um imenso sofrimento tanto físico quanto psicológico para a mulher e o seu parceiro, pois cada tentativa mal sucedida traz mais frustração, virando uma verdadeira bola de neve!

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 O tratamento do vaginismo começa com a identificação correta do problema. O objetivo principal é acabar com este espasmo reflexo, através de exercícios ensinados pelo terapeuta sexual que podem ser feitos somente com a mulher ou junto com o parceiro. O tratamento associado à psicoterapia é fundamental para alcançar os melhores resultados e a cura do problema.

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O Vaginismo tem cura sim! E o mais é importante é saber que o tratamento e a cura são possíveis desde que haja força de vontade e o diagnóstico correto. Não existe fórmula mágica. O que precisa é querer mudar! Se você sofre deste tipo de dificuldade, não tenha vergonha de conversar com o ginecologista sobre o assunto e pedir um encaminhamento para o terapeuta sexual. A informação é um aliado poderoso para chegar a cura!




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Sunday, 20 May 2012

Pompoarismo

A poderosa ginástica do prazer

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Conheça os exercícios e acessórios do pompoarismo, técnica que irá apimentar sua vida sexual, transformando-a numa deusa na cama

Se você nunca ouviu falar em pompoarismo, está na hora de conhecer o assunto. Isso porque a técnica, criada na Índia e aperfeiçoada na Tailândia, pode fazer milagres por seu corpo. Baseada no controle da contração e do relaxamento dos músculos vaginais, tem benefícios físicos, pois protege da flacidez vaginal, causada pelo envelhecimento ou gestações, e previne doenças como incontinência urinária e cólicas.

Além disso, há vantagens beeem interessantes: os movimentos do pompoar transformam a vida sexual do casal! Com a ajuda das especialistas Regina Racco e Lu Riva*, segue um passo a passo para você se tornar uma expert erótica!


O passo a passo do pompoarismo

''Em 15 dias, é possível perceber resultados e, em oito meses, dominar a técnica'', afirma a professora Regina Racco. Vale reforçar que o desenvolvimento varia de mulher para mulher e de acordo com o treino.

1. Autoconhecimento

Primeiro, você deve conhecer o próprio corpo. Para isso, explore a região genital usando um espelhinho. Comece massageando a vagina com movimentos suaves e amplos. Não há um roteiro específico a seguir: o objetivo é que você se sinta à vontade e tenha total domínio sobre a região. Quando se sentir bem, passe a contrair e a relaxar a vagina, observando os movimentos no espelho.

2. Músculo no alvo

Está com dificuldade para perceber como deve concentrar a força para contrair a vagina? Um exercício fácil pode ajudá-la: ao fazer xixi, interrompa o jato e conte até dez. Descobriu qual é o músculo a ser trabalhado? Então, agora que já sabe, não repita mais o exercício para não afetar o bom funcionamento da bexiga.

3. Contrações

Elas são essenciais para você conseguir fazer o pompoarismo durante o sexo. Rápida e simples: fique de pé e comece as contrações: ''aperte'' fortemente o canal vaginal e, em seguida, relaxe. Repita 30 vezes. Ao final, inspire e expire profundamente. Esse processo aumenta a libido. Lenta e elevatória: a meta é comprimir todo o canal vaginal aos poucos, como se estivesse sugando algo para o interior do órgão. Pense num zíper sendo fechado: essa sucção deve acontecer da mesma maneira. Vá fechando o canal vaginal de baixo para cima. Depois, de cima para baixo. Prefira fazer isso em frente ao espelho para ver o movimento. Repita três vezes. Vale dizer que as experientes conseguem ''fechar'' o canal vaginal como se ele fosse dividido em três partes - e elas têm total controle sobre cada uma delas. É isso que você deve treinar nesse passo.

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Estas atividades podem ser feitas com ou sem acessórios

4. Exercícios posturais

Estas atividades podem ser feitas com ou sem acessórios. O ideal é exercitar quatro tipos de movimento por dia durante meia hora, e ir revezando ao longo dos dias.

Em pé: encaixe o quadril, separe os pés e coloque as mãos na cintura. Faça a contração rápida do canal vaginal e mova o quadril para trás e para frente. Relaxe. Repita 15 vezes.

Na cadeira: sente-se, apoie as mãos nas coxas e mantenha os pés paralelos e separados. Contraia a vagina, conte até dez e relaxe. Agora, contraia lentamente, sugando o canal. Repita dez vezes.

Agachada: contraia o canal vaginal sugando aos poucos e, então, relaxe rapidamente, como se estivesse forçando a saída do xixi. Repita de 15 a 20 vezes.

Deitada: deite de costas para o chão, coloque os braços paralelos ao corpo e flexione os joelhos. Eleve o quadril e contraia o canal. Permaneça assim e conte até dez. Desça e relaxe. Repita dez vezes.

Ajoelhada: fique de quatro, mantenha a coluna reta e comprima o canal. Segure a contração, curve as costas e relaxe. Repita de dez a 15 vezes.

Com almofada: deite de barriga para cima, eleve as pernas e flexione os joelhos, deixando a canela paralela ao chão. Com a almofada entre as coxas, contraia a vagina, conte até 20, e relaxe. Repita dez vezes.

5. Exercícios sexuais

Torcer: de quatro, quando o parceiro introduzir o pênis, contraia com força. Leve o quadril para direita, torcendo o pênis. Relaxe. Repita para a esquerda.

Sugar: com ele deitado de lado, encaixe-se sobre o pênis, mas de maneira que forme a letra ''T'', enlaçando-o com as pernas. Faça a contração lenta e elevatória, sugando o membro.

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Massagear: posicione-se em cima do moço para que a penetração seja total. Faça a contração lenta e, em seguida,
relaxe todo o canal. Repita quantas vezes quiser. Vocês devem se manter parados enquanto apenas os músculos vaginais trabalham.

Estrangular: quando o parceiro estiver quase ejaculando, contraia o canal vaginal de forma bem rápida e forte, ''segurando'' o pênis pelo tempo que conseguir. Assim, o orgasmo demorará mais tempo e será longo.

Expulsar: vocês dois já chegaram ao orgasmo? Experimente abrir todo o canal com força para ''expelir'' o pênis.

Prender: ''aperte'' o músculo com força para ''prender'' o pênis dentro de você.


Os utensílios da técnica


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1. Bolas tailandesas: leves indicadas para as novatas, fortalecem rapidamente a região vaginal. A força utilizada no exercício deve respeitar a sua capacidade de contração.
2. Colar tailandês: com cinco bolinhas, enfatiza a coordenação para os exercícios. ao introduzi-lo, o canal vaginal se contrai espontaneamente. use-o dez minutos por dia.
3. Bolas Ben-Wa: tem duas ou quatro bolinhas e facilita o movimento de sugar e expulsar o pênis. Recomendado para quem já treina há algum tempo.





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Monday, 9 April 2012

Sexo: aparelhos, truques e mitos desvendados...


Da pedra hume às bombas penianas, vamos acabar com as suas dúvidas já!




Dúvidas sobre sexo; quem não tem? Reunimos cinco “cabeludas” e respondemos tudo de uma vez só. Com consultoria de Albertina Duarte Takiuti, ginecologista e coordenadora do Programa de Saúde Integral do Adolescente da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, Sylvia Faria Marzano, médica urologista, e Tatiana Presser, psicóloga e consultora sexual.

Pedra hume funciona para contrair a vagina?
Tão estranho quanto popular, esse “truque” não é novo. A ginecologista Albertina Duarte Takiuti fala sobre a origem da crença: “Durante muito tempo, quando a virgindade ainda era uma cobrança, muitas mulheres usavam pedra hume na vagina, além de determinadas ervas. A ideia era deixar a vagina mais ressecada, endurecida e apertada para que seus maridos não soubessem que elas não eram mais virgens. Também era comum o uso da substância depois do parto normal”, conta.



A prática, contudo, é prejudicial à saúde. O uso da substância – muitas vezes em pó – altera o PH da região íntima, prejudica a lubrificação natural e deixa a mulher mais vulnerável a infecções. Em alguns casos, pode até causar queimaduras. “Já atendi mulheres que tinham corrimento, escaras e feridas. Depois de muito tempo de tratamento elas acabavam contando: ‘costumo usar pedra hume porque meu marido diz que eu fico mais apertada’”.

“Buscar o prazer é superimportante, mas é preciso que a mulher não se violente para esse tipo de situação”, completa a médica. Além disso, existem alternativas saudáveis que tonificam a musculatura da vagina, como o pompoarismo.

2. Bombas penianas aumentam o pênis?
Os anúncios desses produtos impressionam: “Veja o seu pênis crescer, expandir e engrossar”. Mas o efeito real das chamadas bombas penianas é apenas momentâneo. Pior que isso, o uso contínuo pode ser perigoso e com efeitos irreversíveis.

Vendidas em lojas de produtos adultos, as bombas promovem um tipo de ereção passiva ao forçar a irrigação de sangue no pênis por meio de vácuo. As bombas mais caras e “modernas” – a unidade chega facilmente a custar R$500 – prometem expandir o corpo cavernoso do pênis, e, assim, torná-lo maior e mais grosso permanentemente.



Não há estudos que comprovem a eficácia do método, e também existem riscos. “Isso é bem perigoso, o homem coloca um anel de borracha na base do pênis (que fica envolto por um cilindro) e bombeia o aparelho, que vai prendendo o sangue na região , e ele não tem como esvaziá-lo sem a válvula. Além disso, essa ereção mantém o pênis em baixa temperatura, que só pode ser mantida por até 30 minutos, para que não ocorram lesões penianas com a coagulação do sangue”. Em poucos casos o acessório é válido para aqueles homens que sofrem de disfunção erétil, mas com orientação e supervisão médica.

3. Pomadas anestésicas eliminam a dor do sexo anal?
A questão vai além da pomada simplesmente funcionar ou não. Com o ânus anestesiado, a mulher perde a sensibilidade, e, consequentemente, o controle sobre o seu próprio corpo. Dessa forma, ela pode ser ferida e só perceber depois.



Além disso, o sexo deve ser prazeroso para os dois, e não só para ele. “Precisa existir o diálogo sexual”, ensina Albertina Duarte Takiuti, que orienta conversas sinceras sobre o assunto e, se for o caso, muita delicadeza por parte do homem.

Para maior conforto da mulher, os géis lubrificantes podem ser usados – e é melhor não inventar: prefira os antialérgicos à base de água.

4. Jurubeba e catuaba dão disposição sexual?
Esses ingredientes até podem estimular a vontade sexual, mas de forma indireta. “Eles agem como energéticos, que podem aumentar a disposição”, explica a urologista Sylvia Marzano. Contudo, relacionar jurubeba e catuaba diretamente com sexo é um exagero – a pessoa pode ficar mais disposta fisicamente e sem desejo sexual, por exemplo.



De acordo com a psicóloga e consultora sexual Tatiana Presser, a atitude dos pares é mais eficiente do que esses recursos “milagrosos”, que provavelmente se valem do efeito placebo. A especialista explica ainda que, em cinco anos, a frequência sexual do casal cai em até 50%. Por conta da rotina e com o passar do tempo, ela afirma que o sistema de motivação – gerenciado principalmente pela dopamina – acaba respondendo menos, e a vida sexual fica preguiçosa. “O segredo é a mudança. A atitude da pessoa tem que se tornar diferente”, diz. Dessa forma, pequenos atos fariam a dopamina “acordar” novamente em algum tempo, sem mágica.


5. Vibrador alarga a vagina?
Se partirmos do pressuposto de que o vibrador apenas imita o que faz o sexo, então temos essa resposta de maneira bem clara: não, o vibrador não alarga a vagina. Mas, então, por que existem esses mitos? “Antigamente diziam que a masturbação alargava a vagina. Uma lenda para a mulher se sentir culpada”, explica Albertina.



Muito tempo passou e hoje boa parte das mulheres ainda não conhece o próprio corpo. “A mulher estimulada fica mais lubrificada, então ela vai ter a sensação de que está mais alargada, e muitas vezes acaba não se reconhecendo”. Vale lembrar que a vagina é elástica, e quando estimulada adequadamente, se expande.










Wednesday, 28 December 2011

Tamanho é documento?


Dessa vez falaremos do tamanho da vagina...





Mais do que nunca falasse sobre se o tamanho importa quando se trata de sexo. A verdade é que existem respostas diferentes quanto ao assunto, porque para alguns o tamanho é fundamental, enquanto para outros, só importa como você usá-lo.

Pelo que ouvimos, para os homens é uma questão do tamanho. Mas, aparentemente, as mulheres também tem essas preocupações referentes às medições.



Para as mulheres, o tamanho corresponde à largura da nossa vagina, que quanto menor e mais estreito maior o prazer, para eles. Alguns dizem que isso varia ao longo dos anos, seja depois de ter filhos ou a quantidade de utilização dela.



Existe um padrão?, Dizem os especialistas, a vagina é um músculo membranoso de cerca de 12 centímetros de comprimento e três de largura. Normalmente dobrado, o que cria uma porta virtual que é aberto e esticado durante o coito. Muitos sabem que é um músculo que você pode treinar e gerar maior prazer.



Por outro lado, o tamanho da vagina pode variar dependendo da anatomia de cada mulher. Por exemplo, se a pelve é mais ampla e a vagina é mais longa. Se você tem uma vagina curta, poderia ser uma malformação. Em situações normais, o tamanho vai depender da capacidade de tensão e comprimento, como as paredes são muito elásticas que reagem à excitação e orgasmo.

Segundo os especialistas, nossa vagina é adaptável ao tamanho do pênis.



Mais do que o tamanho ou a distensão da vagina, que é perdido ao longo dos anos é a lubrificação, que por si só pode levar a problemas mútuos. Além disso, há também problemas de elasticidade, o que poderia ser resolvido com cirurgia plástica ou exercícios.





Friday, 25 November 2011

Seis dicas especiais...


para satisfazer plenamente sua parceira...




Todo homem quer satisfazer sua parceira na cama. Mas, às vezes, o instinto e o que se vê nos filmes não bastam para ter prazer na hora do sexo. Como a sexualidade feminina é muito mais complexa do que isso, aqui vão algumas dicas das mulheres para uma transa inesquecível:

1. Brincadeiras na hora das preliminares
Os jogos na hora das preliminares são muito importantes para as mulheres. Não vá diretamente para a penetração. Passe um tempo estimulando as diferentes zonas erógenas da mulher. Isto permite que a mulher se excite e se lubrifique, preparando-se para a penetração. O sexo não deve ser reduzido somente a um ato de penetração e ejaculação. Muitas mulheres dizem que os jogos preliminares podem ser tão ou mais importantes que a penetração.



2. A vagina não é o único local de prazer
Lembre-se de que a vagina e os seios não são as únicas zonas erógenas de uma mulher. O corpo da mulher possui um grande número de zonas altamente eróticas. Atreva-se a descobri-las. Tente excitar sua parceira por meio das orelhas, dos braços, das mãos, das costas, do espaço entre as pernas, dos músculos e inclusive dos pés.




3. Os seios são delicados
Na hora da transa, por mais que você esteja empolgado com o sexo, é preciso ter em mente que os seios são extremamente sensíveis. Não os trate com rudeza, nem aperte-os com muita força. Dê atenção para toda a parte dos seios e não somente aos mamilos. Muitos homens pensam que somente o estímulo dos mamilos excita uma mulher. Os beijos e carícias em todo o seio oferecem sensações muito prazerosas e excitantes.




4. Atenção especial ao clitóris
Quando você estimular manualmente o clitóris e não com a boca, não faça isso com força. O clitóris é tão ou mais sensível do que a glande do pênis de um homem. Algumas mulheres não toleram o estímulo direto do clitóris, ao menos que estejam muito excitadas. A princípio, estimule as zonas ao redor do clitóris e, progressivamente, à medida que sua parceira for ficando excitada, estimule-o diretamente.




5. Lubrificação é importante
Durante o estímulo manual do clitóris, é muito importante que a zona genital esteja bem lubrificada. Se ela não estiver, é provável que haja dor. Antes de estimular os órgãos genitais, acaricie, beije e toque outras zonas do corpo dela. Isto ajudará a mulher a se excitar, o que gera a lubrificação vaginal.



6. Contato manual com a vagina
Se você for introduzir o pênis ou mesmo os dedos na vagina, assegure-se de que ela esteja bem lubrificada, porque do contrário você vai causar muita dor a sua parceira. Introduzir muitos dedos de uma vez só também pode causar dor. Sendo assim, se você não tem muita certeza de quantos dedos pode penetrar em sua parceira, comece colocando um e logo pergunte se ela deseja que introduza outro e assim sucessivamente. Assegure-se também de que suas unhas estejam bem cortadas e que seus dedos estejam limpos, senão você poderá causar feridas e infecções na sua parceira.




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